Um videozinho despretensioso para não perder o costume.
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
domingo, 16 de agosto de 2020
terça-feira, 11 de agosto de 2020
GP dos 70 anos da Formula 1 : Umas palavrinhas!
Como de hábito, umas palavras sobre o GP comemorativo dos 70 anos da Formula 1:
segunda-feira, 3 de agosto de 2020
sábado, 1 de agosto de 2020
terça-feira, 21 de julho de 2020
UMAS PALAVRINHAS SOBRE O GP DA HUNGRIA DE 2020
Uma corrida interessante, excepto talvez pelo fato de Lewis Hamilton ter disparado na frente com sua imbatível Mercedes negra. Tudo é muito estranho na Formula 1 e no mundo em geral, corridas sem público perdem muito de sua essência. Sabemos que os cuidados são necessários, mas a atmosfera fica muito mais pobre sem as multidôes de ávidos torcedores. Abaixo, num vídeo curto eu faço um pequeno resumo de minhas impressões sobre a prova.
sábado, 18 de julho de 2020
quarta-feira, 15 de julho de 2020
Formula 1 está chata ou estamos velhos?
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| Em 1988/89 se você não fosse fã de Senna ou Prost a Formula 1 seria chata também? |
Faz tempo que quero escrever sobre esse assunto: a noção equivocada que muitos têm de que hoje as corridas de automóvel, mais especificamente de Formula 1 são piores que as do passado. A visão romântica de que "as coisas eram melhores então" não se sustentam por várias razões e eu vou tentar expor meu ponto de vista aqui. Claro que, sendo subjetivo, não tenho a pretensão de ser o dono da verdade e nem "lacrar" nada. Eu acompanho a Formula 1 via revistas e relatos desde a década de 60. Com a ascensão de Emerson Fittipaldi a TV brasileira passou a transmitir as corridas a partir do glorioso GP de Mônaco de 1972. Continuava acompanhando a "cobertura" via revistas Autoesporte e Quatro Rodas e ficávamos ansiosos para a chegada do exemplar mensal nas bancas. A Placar passou a ter uma cobertura razoável também, e como era semanal e chegava às terças-feiras, muitas vezes as comprávamos também...
Deixando de rodeios, vou fazer uma pequena demonstração de como a Formula 1 de hoje é muito mais competitiva. Vamos pegar, aleatoriamente a temporada de 1966, onde houve uma importante mudança de regulamento, os carros passaram a ter 3000 ao invés dos 1500 de antes. Ou seja, hipoteticamente, ganharam o dobro de potência. Os astros eram Jim Clark, Graham Hill, John Surtees, Jack Brabham, Dan Gurney, Lorenzo Bandini e um jovem Jackie Stewart. Rindt estava começando e mais tarde viriam Ickx e outros. O primeiro grid foi na Bélgica, a temporada daquele ano teve apenas 9 corridas. O pole position foi o John Surtees a bordo da Ferrari e seu tempo foi 3.38. O décimo quinto colocado foi o Dan Gurney com seu Eagle com o tempo de 3.57. Somente quinze carros participaram daquela prova. A diferença entre o pole e o último colocado foi quase vinte segundos! O circuito era grande e na corrida apenas 4 carros chegaram ao final com a vitória de Jackie Stewart a bordo de uma BRM. Na próxima corrida, na França, a diferença também foi abissal e apenas cinco carros cruzaram a meta. Havia pilotos bons, mas seus carros quebravam muito. Havia pilotos médios e pilotos fracos. Na corrida da Alemanha, devido ao fato da pista ser enorme, precisaram completar o grid com carros de Formula 2. As condições dos boxes e dos padocks eram para lá de precárias. Vou postar uma foto que vi hoje no facebook, já de 1972 no GP da Inglaterra:
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| O Polytoys de Henry Pescarollo que teve estréia infeliz e breve! Fotos Stuart Dent via Facebook. |
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| A Mclaren de Peter Revson. No meio do paddock sem privacidade e nem frescuras. |
segunda-feira, 13 de julho de 2020
G P Styria - Videozinho de opinião
Pós corrida da Aústria, Styria, merece algumas poucas reflexões. No videozinho abaixo:
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