domingo, 30 de julho de 2017

A MELHOR FOTO DA PROVA DE HOJE

Com a prova (boa) da Hungria terminada, tudo o que deveria ser escrito o foi, de forma competente ou não por sites e blogs. Me deparei com essa foto e achei interessante, para ilustrar o vento que varre a Europa central nessa época do ano.


FINAL DE TRANSMISSÃO 500 KM DE INTERLAGOS

Òtima transmissão do site Endurance Brasil da prova 500 Km de Interlagos!

terça-feira, 18 de julho de 2017

QUARENTA ANOS DE RENAULT NA FORMULA 1

O duro das comemorações destas efemérides é quando você percebe o quanto se lembra delas, mesmo que 40 anos já se passaram! Melhor curtir e não pensar no cronos.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

RARIDADES DE ONTEM: CORRIDA DOS CAMPEÕES, iNGLATERRA, 1973.

Apesar do áudio em inglês (dá para colocar legenda, também no idioma de Sua Majestade), este video me remete aos bons tempos em que tínhamos corridas de Formula 1, não válidas para o Campeonato Mundial. Eram corridas mais descontraídas com o objetivo de testar carros, equipamentos e até novos pilotos, sem a pressão e o glamour do mundial. Observem a simplicidade dos boxes e dos Paddocks da época. Detalhe, foi a estréia da equipe Hesketh com o jovem cabeludo James Hunt. E também de meu amigo Tony Trimmer com um carro da mambembe equipe Williams.
Assistam!

domingo, 9 de julho de 2017

ENTENDENDO UM CARRO DE FORMULA 1 POR DENTRO.

Este vídeo não é novo, mas vale a pena assistir para termos uma pálida ideia da complexidade de um carro de Formula 1 moderno.

sábado, 8 de julho de 2017

sexta-feira, 7 de julho de 2017

MAL POSSO ESPERAR: O DOCUMENTÁRIO DA HISTÓRIA DA EQUIPE WILLIAMS

Há algo de quixotesco na figura de Sir Frank Williams, apesar de todo o sucesso que ele obteve como dono e chefe de equipe de Formula 1. Um homem ímpar, sem dúvida, a quem tive a honra de conhecer pessoalmente e também conhecer pessoas que com ele conviveram de forma mais próxima. Um sonhador, um visionário, um persistente Dom Quixote britânico. Espero ansiosamente pelo lançamento do documentário sobre sua trajetória. Aqui o trailer do mesmo.

POLÊMIQUETAS: PUGILATO DE CHORÕES, DINHEIRO X TALENTO, A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM ETC

 


No GP de Baku (Arzeibaijão, creio) houve aquele famoso "brake test" entre Hamilton e Vettel. Opiniões diversas sendo emitidas por experts e palpiteiros à parte, acho que boa parte disso é porque essa geração de pilotos, detesto o termo que vou usar, é "Nutela". Ou em bom e velho português: bundas moles. Sem querer ser saudosista e sendo, originalidade relegada ao segundo plano, pega um velho Regga, um Emerson inspirado, um Villeneuve ou Arnoux, ou vá lá, Senna e Piquet, Mansell ou Prost, um Patrese endiabrado e veja se eles iriam reclamar de uma manobrinha de parque de diversões. Mas a asséptica e artificial Formula 1 moderna, onde o cheiro de gasolina verde está sendo substituído por cheirinho de isotônico, precisa de fatos perturbadores. Até entendo onde a Liberty Media quer chegar com isso, acho que o Vettel não deve ser punido mesmo, o próprio Hamilton nunca foi santo, mas pera aí: vamos nos concentrar em corridas! Aliás, a corrida de Baku, apesar de tudo foi boa e foi vencida por um ótimo piloto, o "mil dentes" Ricciardo ( Ritiardo, cacete).
Agora, o mister simulador, Lance Stroll, ainda não me convenceu. Não importa o que digam, eu vou preferir mil vezes um piloto formado na graxa, nos fundos de boxe de kartódromo do interior, com unhas pretas e macacão sujo do que estes robozinhos movidos a muito dinheiro. Por isso, por essa dinâmica de assessores, massagistas, empresários, estrelismos, a Formula 1 foi se afastando do público e de quem gosta de coisas verdadeiras com sabor de suor, gasolina, graxa e adrenalina.

TÔ VOLTANDO: UNS PITACOS AQUI, OUTROS ACOLÁ.





Após vários meses de ausência, o blog está voltando. Concebido inicialmente como um hobby, uma "válvula de escape", cresceu, amadureceu e depois, quase pereceu. Quantos "eu", garanto que nada tem a ver com ego....O espaço criado para falar de qualquer coisa que me desse na telha acabou quase sempre sendo exclusivamente sobre automobilismo. Mas eu garanto que tenho outras coisas na telha e em mente. A situação vexatória de nosso país, onde as instituições e o povo são continuamente desprezados e colocados à prova, tira um pouco a vontade de escrever sobre assuntos praticamente periféricos, tais como automobilismo, cinema, literatura e afins. O advento em massa do vídeo (que eu gosto) desde que o blog foi criado, num longínquo março de 2009, também tornou os textos quase inteiramente redundantes. A dinâmica hoje são textos curtos, claros, objetivos, impactantes e muitas, muitas imagens. Vamos tentar nos adaptar. De qualquer maneira, há tanto a falar sobre automobilismo, que vou ter que dividir em tópicos, de preferência curtos, e ir despejando por aqui aos poucos. Bem vindos de volta, caros!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

ANÁLISES CURTAS E POLITICAMENTE INCORRETAS SOBRE A TEMPORADA QUE SE ENCERRA



Bastante tempo sem postar, devido, entre outras coisas, à minha péssima conexão de internet e a um ano excepcionalmente corrido, não poderia deixar que o mesmo se encerrasse sem dar meus pitacos. Vou tentar ser breve de modo a preservar vosso interesse e paciência.

Sobre o campeonato de Formula 1:
- Destaque absoluto para Max Verstappen que provou ser aguerrido, valente e muito talentoso. Aliás, a Red Bull está muito bem servida no quesito pilotos, pois reputo seu companheiro, Daniel Ricciardo como outro grande talento dessa nova geração. As Mercedes estavam muito á frente da concorrência, devido à sua impecável organização germânica, a um caminhão de dinheiro, e claro, aos pilotos que tem. Hamilton é reconhecidamente mais talentoso que Rosberg, mas tem seus momentos de "porra louca", principalmente fora das pistas. Rosberg é aplicado, eficiente, competente e ...chato pacas.
- Quanto ao abandono do Rosberg: não vou ficar em cima do muro e dizer, como muitos disseram, que foi uma "saída honrosa". Na minha opinião, houve sim uma "manipulação" por parte da equipe para privilegia-lo, óbvio que não posso provar, mas houve um momento que, após ter enorme vantagem na pontuação, 43 pontos sobre Hamilton, ele começou a definhar e psicologicamente, perder o título. Se não fosse um ou outro problema mecânico no carro do inglês, este teria levado o caneco antes do final do campeonato com certa folga. No final, Rosberg ficou com o título, não é fácil recuperar-se psicologicamente desta maneira e, aparentemente, o esforço foi demais para ele. Quanto ao abandono, acho que cada qual faz o que lhe diz sua respectiva consciência, mas foi meio broxante. Ano que vem, com o título, sem a pressão, ele poderia render até mais. Ou não.... Em minha humilde opinião, amarelou sim. Uma vida de enormes privilégios materiais, a possibilidade da influência religiosa (dizem que ele é budista - e os budistas são conhecidos pelo desapego material, o que não combina muito com a minha concepção de quem mora desde sempre em Mônaco) , e outros fatores podem ter pesado na balança. O Niki Lauda, de quem sou fã confesso, soltou sua metralhadora verbal condenando a atitude de Rosberg. O problema de Lauda deve ser a idade, que afeta a memória, pois ele fez pior em 1979 ao abandonar a equipe Brabham no meio dos treinos para o GP do Canadá. Voltou alguns anos depois, convencido por Ron Dennis e precisando de grana, e pragmaticamente ainda levou mais um campeonato em 1984, já sem o brilho ou a velocidade de outrora.
- O Brasil sem pilotos na Formula 1. Bom, uma situação inédita, mas previsível devido ao precário estado de nosso automobilismo doméstico, cortesia de uma casta de dirigentes incompetentes e cuja maior preocupaçao é faturar emitindo carteirinhas e cobrando taxas. Não há renovação, não há automobilismo de base, apesar de alguns notáveis esforços isolados, e é uma tristeza ver um esporte que tanta alegria nos trouxe, minguar da forma como vem fazendo. Eu nunca torci por piloto algum apenas baseado em sua nacionalidade. Sempre fui muito mais fã de pilotos que eu identificava por características que me agradavam. Assim, ao longo dos anos, torci por feras como Ronnie Peterson, Chris Amon, Patrick Depailler, Jo Siffert, François Cevert, Arturo Merzario, Elio de Angelis, Nigel Mansell, e muitos outros. Claro que em se tratando do triunvirato brasileiro, Emerson, Nelson e Ayrton, não tinha como não torcer, assim como para o Pace e o Wilsinho. Agora, tivemos nossa parcela de inespressivos pilotos pagantes que pouco motivavam minha vontade de torcer. Gosto do Rubinho, acho que ele teve uma carreira muito digna, gosto do Christian, que acho um desperdício, e Felipe Massa teve seus momentos. Mas no conjunto da carreira, teve mais baixos que altos, vamos combinar. Parar agora foi a decisão correta e ele não tem nada do que se envergonhar, ou mesmo se queixar, teve oportunidades, aproveitou algumas, o destino não quis que fosse campeão mundial, e talvez tenha sido para melhor. Felipe Nasr é um bom piloto, mas sem carisma. Carisma tinha o Pupo Moreno, mas este não tinha apoios de estatais, como outros, talvez pela falta de contatos, ou falta de aparência de galã de Malhação.
Por ora, paro. Acho que o mundo ta ficando muito chato e opiniões tornam a ser massificadas, carentes de uma reflexão maior. Abraços e até a próxima.