sábado, 26 de novembro de 2011

A FOTO: UM ESTRANHO NO NINHO (THE ODD ONE OUT)

Adivinha quem não pertence a esta pose? Um doce para quem apostar no canguru.....Por que? Oras...ele não é campeão e jamais vai ser.....

E SE NÃO TIVÉSSEMOS MAIS BRASILEIROS NA FORMULA 1: PARA QUEM VOCÊ TORCERIA?



Nelson Piquet e a singela Ensign.
Estava há pouco falando com um amigo de longa data no skype (Tadeu de Ourinhos, mais conhecido como 
Capitão Tormenta) e ele me perguntou singelamente: quando teremos outro brazuca no pódio? A minha resposta foi rápida: acho que demora. Depois, refletindo mais calmamente, analisei: pouco me importa! Eu gosto mesmo é de velocidade, de adrenalina, de pilotos bons. Foi por isso que mesmo antes do fenômeno Emerson Fittipaldi, eu adorava o Jim Clark, o Graham Hill, admirava o Jackie Stewart, o Chris Amon, Jack ickx e tantos outros. Sim amigos, eu gosto de corridas, races, carreras, garas!
É muito legal ter um compatriota correndo e bem. Mais legal ainda ver este conterrâneo ganhando corridas, quiçá títulos. Mas esta não é uma condição "sine qua non" para que eu continue a acompanhar e a gostar de corridas. Já torci por tantos estrangeiros: Niki Lauda, adversário-mor do Emerson sempre contou com minha simpatia. James Hunt era o tipo do cara que me fazia vibrar em suas vitórias e seu doido estilo de vida. Ronnie Peterson fazia arrepiar com suas curvas de lado, no limite. Confesso não ser fã de carteirinha do Gilles Villeneuve, pois acho que ele era muito bruto, pouco técnico, apesar de inegavelmente veloz. Dos franceses, gostava do Patrick Depailler, do Jacques Laffite, do Jabouille, do Pironi. Grande cara o Patrick Tambay!
Passo a refletir melhor e analiso que gosto de pilotos que têm uma história de vida mais completa, mais cheia, talvez mais "gauches". Jo Siffert era um pilotaço. Assim como Pedro Rodriguez. Nunca gostei muito do Scheckter, pela sua personalidade meio estranha. O Alan Jones me dava azia, pela prepotência. Alain Prost não me entusiasmava, apesar de reconhecer nele o talento diferenciado. Gostava por demais do Mansell, do Elio de Angelis. Gerhard Berger era outro cara para  quem muito torci. Nunca fui fã do Schumacher, mas o cara é gênio, sem dúvida. Já o Damon Hill podia contar sempre com minha torcida. Em minha curta carreira como piloto na Inglaterra, tive oportunidade de correr contra (ou pelo menos participar da mesma corrida) diversos pilotos que mais tarde estiveram na Formula 1, e Damon foi o mais bem sucedido. Corri contra Johnny Herbert, Mark Blundell, Bertrand Gachot, Eddie Irvine, Perry McCarthy, Gary Brabham, Julian Bailey e devo ter esquecido alguns. Ah , sim, Roland Ratzenberger. 
Enfim.....sempre torci pelo Emerson, Wilsinho e Pace, a trinca "sagrada". Depois vieram Ingo e Alex, sem chances, infelizmente. Quando Piquet estreiou naquele distante Grande Prêmio da Alemanha de 1978, à bordo do lindo e singelo Ensign, eu sabia que havia encontrado um piloto brasileiro que nos daria muitas alegrias. Depois vieram Chico Serra, com poucas e limitadas oportunidades. Moreno, para quem eu sempre torci e muito. Senna, não com o fervor das viúvas, mas com a satisfação de saber que o cara era um fora-de-série. Rubinho sempre contou com minha torcida e simpatia, e Felipe Massa parece ser um cara legal. Mas no grid de hoje, se os brazucas se  forem, me restam para torcer o Hamilton, inglesinho veloz e com indubitável sangue brazuca nas veias, Button, Vettel, Alonso (é mala, mas é craque), Hulkenberg ( este volta e tem potencial de campeão do mundo), Perez e muitos outros.
Seria legal torcer por brasileiros. Quem sabe o Bruno Senna, o Di Grassi, talvez o Felipe Nasr, ou o Cesar Ramos. Mas se eles não chegarem lá, sempre torcerei por aquele de melhor tocada e personalidade mais compátivel com a minha!

NOVE

Qual será o assunto em pauta na conversa destes très respeitáveis senhores, ganhadores, cada um de 3 títulos de melhor do mundo?

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

POUCAS PALAVRAS


Semana de Grande Prêmio no Brasil e me recordo das primeiras edições em Interlagos.

Wilsinho liderou em Interlagos na primeira edição, pré mundial em 1972.


Ingo. Poucas chances, mas talento bem real.
Emerson: A segunda vitória na Mclaren de 1974.

Moco: o grande e  épico vencedor de 1975, falecido prematuramente.
Luiz Pereira Bueno em 1972 com um velho March. Grande piloto.
Alex, o baixinho voador. Boicote e poucas chances de mostrar seu real valor.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A FOTO: QUANDO UMA IMAGEM VALE MESMO POR MIL PALAVRAS!

Semana de corrida no Brasil e eu garimpando fotos preciosas do passado. Do facebook do meu amigo Tonu Altmae, este incrível instantâneo do grande Ronnie Peterson (que sempre brilhava em Interlagos e em todos os circuitos por onde mostrava sua maestria). Sem mais.

GP DO BRASIL 2011 : HELMETS



O quanto os capacetes revelam sobre a  personalidade de seus donos?

Vettel. O campeão muda muito o desenho, mas a essência é essa.



Mark Webber: sem personalidade para agradar o patrocinador.
Jenson Button: o mesmo desenho desde os tempos de F Ford, exceto pelo ano que foi campeão.

Lewis Hamilton: distintiva pintura, inspirada nas cores de Senna, segundo dizem.
Fernando Alonso: outro que já mudou para agradar os patrocinadores.
Felipe Massa: belo casco.
Nico Rosberg: insosso como o
Michael Shumacher: mudou na volta.
Vitaly Petrov: Meio confuso, a meu ver
Bruno Senna: óbvia inspiração.
Kamui Kobayashi: Cor estranha, mas combina com o próprio.
Sergio Perez: cores típicas de seu país.
Rubens Barrichello: o tradicional.
Jaime Alguersuary: espanhol toureiro com a salada de cores.
Sebastian Buemi: o muso, com um capacete sem personalidade.
Adrian Sutil: horrível gosto para cores.
Paul di Resta: o novato tem belo capacete.
Timo Glock: o vilão de 2008 tem um casco confuso.
Jerome D' Ambrosio: cores da Belgica.
Vittantonio Liuzzi; cores estranhas.
Daniel Ricciardo: padrão do patrocinador.
Heikke Kovalainen: Estranho, mas combina.
Jarno Trulli: o veterano já ostentou cascos mais belos.
Pastro Maldonado: grana suja e pintura idem.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

CURTAS, SILLY WEEK

Ambos vencedores, ambos com carreiras em declínio....quem será o mais longevo?
A semana que antecede um Grande Prêmio é recheada de atividades promocionais, lançamentos de produtos, fatos sem importância inflados graças ao ócio reinante em algumas redações. Hoje parece que houve uma corrida de kart em algum lugar  entre Felipe Massa e alguns jornalistas. Em algum momento, Massa disse que teria recomendado a Rubens Barrichello que "encerrasse" sua linda carreira em casa. Hummmm....parece aquele típico caso do "sujo falando do mal lavado" — pelo menos era assim que os antigos diziam lá no interior. 
Não sei o contexto em que o pseudo-conselho foi dado, e tampouco tenho nada a acrescentar. Mas se olhar bem para o próprio umbigo o Felipe Massa verá que ele também está próximo a uma aposentadoria digamos, bem menos gloriosa que a de Rubinho. Todos sabem que gosto deste último, e que admiro Massa como piloto. Sei das dificuldade que é ser piloto, das barreiras que existem para se chegar à categoria máxima e ambos foram vice-campeões mundiais, com onze vitórias cada. Por mais que "experts de poltrona" critiquem estes feitos, se ambos fossem portugueses, ou russos, quiçá italianos ou mesmo japoneses, seriam heróis em suas terras. 
Eu acho que se Barrichello quiser ficar, que fique. Ele está longe de dar vexames, é respeitado por sua equipe e por seus pares e se jamais ganhar um título, oras, quantos mesmo foram os campeões entre todos os que tentaram? Eu que vi a melancólica decadência de Graham Hill e que torcia por sua aposentadoria, acho que nosso Rubens está longe de ser decadente ainda. Jarno Trulli sim, poderia pendurar o capacete e sua ausência nem seria notada. A equipe Renault parece ser uma boa alternativa para Barrica, por precisar de um piloto experiente e que ajude a desenvolver seu carro. Começaram o ano bem, mas ao despedir Nick Heidfeld ficaram sem referência alguma, e com poucas oportunidades (ou nenhuma) de testar, foram escorregando para o fundo do grid. Bruno Senna, por quem tenho simpatia no plano pessoal, jamais me empolgou como piloto, e não venham as viúvas transferir suas "carpidas" em direção ao moço, por favor. Ele está tendo a chance de provar seu valor, não fez feio, mas suas duas últimas apresentações foram francamente, dignas de um novato. Arriba Bruno!
No mais, a corrida esvaziada de real emoção, deve ser de pura diversão para alguns, como para o alemão "Chuck" Vettel, novo UbberWelterMaister.....

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

DAS PHOTO = SSTRANGE BUT TRUE!

Um March 721 modificado pelo alemães da equipe Eiffeland (que fabrica  trailers) com o inesquecível Rolf Stommellen, circa 1972. Memórias....