quinta-feira, 24 de novembro de 2011

POUCAS PALAVRAS


Semana de Grande Prêmio no Brasil e me recordo das primeiras edições em Interlagos.

Wilsinho liderou em Interlagos na primeira edição, pré mundial em 1972.


Ingo. Poucas chances, mas talento bem real.
Emerson: A segunda vitória na Mclaren de 1974.

Moco: o grande e  épico vencedor de 1975, falecido prematuramente.
Luiz Pereira Bueno em 1972 com um velho March. Grande piloto.
Alex, o baixinho voador. Boicote e poucas chances de mostrar seu real valor.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A FOTO: QUANDO UMA IMAGEM VALE MESMO POR MIL PALAVRAS!

Semana de corrida no Brasil e eu garimpando fotos preciosas do passado. Do facebook do meu amigo Tonu Altmae, este incrível instantâneo do grande Ronnie Peterson (que sempre brilhava em Interlagos e em todos os circuitos por onde mostrava sua maestria). Sem mais.

GP DO BRASIL 2011 : HELMETS



O quanto os capacetes revelam sobre a  personalidade de seus donos?

Vettel. O campeão muda muito o desenho, mas a essência é essa.



Mark Webber: sem personalidade para agradar o patrocinador.
Jenson Button: o mesmo desenho desde os tempos de F Ford, exceto pelo ano que foi campeão.

Lewis Hamilton: distintiva pintura, inspirada nas cores de Senna, segundo dizem.
Fernando Alonso: outro que já mudou para agradar os patrocinadores.
Felipe Massa: belo casco.
Nico Rosberg: insosso como o
Michael Shumacher: mudou na volta.
Vitaly Petrov: Meio confuso, a meu ver
Bruno Senna: óbvia inspiração.
Kamui Kobayashi: Cor estranha, mas combina com o próprio.
Sergio Perez: cores típicas de seu país.
Rubens Barrichello: o tradicional.
Jaime Alguersuary: espanhol toureiro com a salada de cores.
Sebastian Buemi: o muso, com um capacete sem personalidade.
Adrian Sutil: horrível gosto para cores.
Paul di Resta: o novato tem belo capacete.
Timo Glock: o vilão de 2008 tem um casco confuso.
Jerome D' Ambrosio: cores da Belgica.
Vittantonio Liuzzi; cores estranhas.
Daniel Ricciardo: padrão do patrocinador.
Heikke Kovalainen: Estranho, mas combina.
Jarno Trulli: o veterano já ostentou cascos mais belos.
Pastro Maldonado: grana suja e pintura idem.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

CURTAS, SILLY WEEK

Ambos vencedores, ambos com carreiras em declínio....quem será o mais longevo?
A semana que antecede um Grande Prêmio é recheada de atividades promocionais, lançamentos de produtos, fatos sem importância inflados graças ao ócio reinante em algumas redações. Hoje parece que houve uma corrida de kart em algum lugar  entre Felipe Massa e alguns jornalistas. Em algum momento, Massa disse que teria recomendado a Rubens Barrichello que "encerrasse" sua linda carreira em casa. Hummmm....parece aquele típico caso do "sujo falando do mal lavado" — pelo menos era assim que os antigos diziam lá no interior. 
Não sei o contexto em que o pseudo-conselho foi dado, e tampouco tenho nada a acrescentar. Mas se olhar bem para o próprio umbigo o Felipe Massa verá que ele também está próximo a uma aposentadoria digamos, bem menos gloriosa que a de Rubinho. Todos sabem que gosto deste último, e que admiro Massa como piloto. Sei das dificuldade que é ser piloto, das barreiras que existem para se chegar à categoria máxima e ambos foram vice-campeões mundiais, com onze vitórias cada. Por mais que "experts de poltrona" critiquem estes feitos, se ambos fossem portugueses, ou russos, quiçá italianos ou mesmo japoneses, seriam heróis em suas terras. 
Eu acho que se Barrichello quiser ficar, que fique. Ele está longe de dar vexames, é respeitado por sua equipe e por seus pares e se jamais ganhar um título, oras, quantos mesmo foram os campeões entre todos os que tentaram? Eu que vi a melancólica decadência de Graham Hill e que torcia por sua aposentadoria, acho que nosso Rubens está longe de ser decadente ainda. Jarno Trulli sim, poderia pendurar o capacete e sua ausência nem seria notada. A equipe Renault parece ser uma boa alternativa para Barrica, por precisar de um piloto experiente e que ajude a desenvolver seu carro. Começaram o ano bem, mas ao despedir Nick Heidfeld ficaram sem referência alguma, e com poucas oportunidades (ou nenhuma) de testar, foram escorregando para o fundo do grid. Bruno Senna, por quem tenho simpatia no plano pessoal, jamais me empolgou como piloto, e não venham as viúvas transferir suas "carpidas" em direção ao moço, por favor. Ele está tendo a chance de provar seu valor, não fez feio, mas suas duas últimas apresentações foram francamente, dignas de um novato. Arriba Bruno!
No mais, a corrida esvaziada de real emoção, deve ser de pura diversão para alguns, como para o alemão "Chuck" Vettel, novo UbberWelterMaister.....

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

DAS PHOTO = SSTRANGE BUT TRUE!

Um March 721 modificado pelo alemães da equipe Eiffeland (que fabrica  trailers) com o inesquecível Rolf Stommellen, circa 1972. Memórias....

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

BRAÇO

Devagarinho, a gente vai recuperando coisas boas do passado tupiniquim nas pistas mais importantes do mundo. "Roubada" do facebook do amigo Hélio Carreira, esta foto, que me parece ser de 1974 (quando Moco saiu da combalida e quase falida Surtees para a Brabham) em Brands Hatch. Aqui José Carlos Pace, Moco para os amigos e fãs, se vê ás voltas com um carro para lá de sobreesterçante (saindo de traseira). O projeto do gênio Gordon Murray é um dos mais belos bólidos da história (em minha modesta opinião) e era muito bem tripulado pelos dois Carlos, Pace e Reutemann.
Um homem e seu dia de trabalho: domar a bela fera pelas curvas da vida! Linda imagem de nosso eterno José Carlos Pace!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

OITO VEZES LOEB!

O que dizer de certo cavalheiro francês que vem reescrevendo o livro de recordes num dos esportes mais empolgantes e competitivos que há, o Campeonato Mundial de Rally? Sebastian Loeb acaba de vencer seu oitavo título no Rally da Grã-Bretanha, e nem precisou vencer a prova para que isso acontecesse, bastando que seu único concorrente direto ao título abandonasse devido a um acidente (Mikko Hirvonen). História sendo escrita.

domingo, 13 de novembro de 2011

SAUDOSISTA NUM DOMINGO A NOITE



Grace Slick com sua beleza atemporal e timbre de voz inconfundível me remete aos anos 60, quando éramos inocentes a granel.