quinta-feira, 17 de novembro de 2011

BRAÇO

Devagarinho, a gente vai recuperando coisas boas do passado tupiniquim nas pistas mais importantes do mundo. "Roubada" do facebook do amigo Hélio Carreira, esta foto, que me parece ser de 1974 (quando Moco saiu da combalida e quase falida Surtees para a Brabham) em Brands Hatch. Aqui José Carlos Pace, Moco para os amigos e fãs, se vê ás voltas com um carro para lá de sobreesterçante (saindo de traseira). O projeto do gênio Gordon Murray é um dos mais belos bólidos da história (em minha modesta opinião) e era muito bem tripulado pelos dois Carlos, Pace e Reutemann.
Um homem e seu dia de trabalho: domar a bela fera pelas curvas da vida! Linda imagem de nosso eterno José Carlos Pace!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

OITO VEZES LOEB!

O que dizer de certo cavalheiro francês que vem reescrevendo o livro de recordes num dos esportes mais empolgantes e competitivos que há, o Campeonato Mundial de Rally? Sebastian Loeb acaba de vencer seu oitavo título no Rally da Grã-Bretanha, e nem precisou vencer a prova para que isso acontecesse, bastando que seu único concorrente direto ao título abandonasse devido a um acidente (Mikko Hirvonen). História sendo escrita.

domingo, 13 de novembro de 2011

SAUDOSISTA NUM DOMINGO A NOITE



Grace Slick com sua beleza atemporal e timbre de voz inconfundível me remete aos anos 60, quando éramos inocentes a granel.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ONZE PILOTOS QUE TIVERAM MÁ SORTE USANDO O NUMERO 11 - FAIL TOTAL

Rubens e o onze da Williams: pendurar chuteiras?
Robert Kubica e a Renault: azar fora da pista.
Trulli e a Toyota: decadência.
Ralf Schumacher e a Toyota: fim de linha.
Alesi e a Sauber. No....
Pedro Lamy e a Lotus em 94. Para, Pedro!
Mimmo Schiattarella e a Simtek: desastre.
Panis e a Prost.
Fisichella e Sauber em 2004 = anno a dimmenticare!
Villeneuve e a Sauber em 2005= nada memorável.
Barrichello com a Honda em 2006- certamente um ano para esquecer!

Alguns exemplos de o número onze não traz, necessáriamente sorte para quem os usa:  são onze casos de pilotos que ao correrem com o malfadado quase enterraram suas carreiras!

ONZE PILOTOS QUE EU GOSTO QUE CORRERAM COM O NÚMERO 11 NA DÉCIMA PRIMEIRA ETAPA DE MUNDIAIS

Alex Zanardi - Lotus 
Mika Hakkinen - Lotus
Nelson Piquet - Lotus
Elio de Angelis - Lotus
Mario Andretti - Lotus
Jody Scheckter - Ferrari
Wilson Fittipaldi Jr. - Brabham
Clay Regazzoni - Ferrari
James Hunt - Mc Laren
Alain Prost - McLaren
Rubens Barrichello - Jordan

11/11/11



Cabalístico? Místico? Eu? Não.....só um pouquinho....Dizem que as energias que emanam dos números que representam para os cristãos e ocidentais o dia de hoje são poderosas. Os astrólogos afirmam que os números cujos algarismos se repetem é um número mestre. As interpretações são muitas e em alguns casos conflitantes. Eu só postei sobre isso, por achar legal as coincidências numéricas....

terça-feira, 8 de novembro de 2011

PIQUET 30 ANOS DEPOIS EM INTERLAGOS

Muito legal a iniciativa dos organizadores do Grande Prêmio do Brasil em homenagear Nelson Piquet, que dará algumas voltas a bordo de sua linda Brabham BT49-Cosworth antes da prova. Além disso também será o responsável por dar a bandeira quadriculada.

domingo, 6 de novembro de 2011

DOMINGUEIRAS


Tantos assuntos me cruzam fugazmente a mente numa noite de domingo, que poucos, por sua própria fugacidade merecem uma pausa mais demorada para reflexão. Hoje terminou o campeonato da Moto GP, num certo anti-climas após a morte de Marco Simoncelli na etapa anterior. E com apenas 16 motos, um strike coletivo na primeira curva já derrubou um quarto do grid....
Terminou também a temporada da Stock Cars.....e apesar da antipatia quase geral que ele gera, acredito que o Cacá Bueno tenha merecido seu título, o quarto, aliás. De todas as polêmicas envolvendo a categoria, não gosto do descaso com que a Vênus Platinada a trata (afinal, gostando ou não é nossa principal classe de corridas de carros). Também não gosto de play-offs — acho injusto. Não gosto da arrogância de certos pilotos, aliás como é de praxe em gente de espírito pobre. Estou torcendo pela recuperação da Formula 3, pelo fortalecimento do campeonato de marcas, pelo milagre do ressurgimento de nosso automobilismo, que hoje é muito mais virtual que real, aliás como tudo isto aqui....
A temporada de Formula 1 nem terminou e já começaram os boatos, poucos, escassos, mas que incomodam. Hoje o chefe de equipe da Ferrari veio a público para confirmar a dupla da escuderia para 2012. Sorte de Massa que a safra de pilotos com real talento fora da Formula 1 não anda tão pujante!
Depois quero falar de um assunto que muito me aflige enquanto professor: a incapacidade de inferência, de compreensão de textos. Mas como sei que vai causar polêmica, deixo para depois, porque tenho muitas coisas prementes e urgentes na semana que se avizinha! Hasta!

domingo, 30 de outubro de 2011

PENSAMENTOS SOLTOS E IDÉIAS IMPERFEITAS, ORIUNDOS DE UMA MENTE CANSADA


Pitacos de coisas soltas que ficam, vez por outra, visitando a minha cabeça, batendo na porta do lado de dentro, querendo expressão e eu suprimo, suprimo até que por fim, exausto, dou vazão. De automobilismo, vou falar pouco, mas os tópicos em minha cabeça são bem claros: a falência do automobilismo doméstico no Brasil e a preocupação com o futuro de nossos pilotos em categorias internacionais, notadamente Formula 1. Sinceramente, eu sempre acompanhei a Formula 1, por influência direta de meu pai que assinava as revistas "Auto Esporte" e "Quatro Rodas" além da ótima "Mecânica Popular" nos idos dos anos 1960. Portanto, quando Emerson foi para a Europa e começou a sua incrível escalada, eu já gostava, acompanhava e modestamente, entendia de automobilismo. Foi bom ter brasileiros para quem torcer nesses quarenta e tantos anos, mas eu gostei igualmente neste longo período de Dan Gurney, Ludovico Scarfiotti, Lorenzo Bandini, John Surtees, Jim Clark, Graham Hill, Chris Amon, Jack Brabham, Jochen Rindt, Jackie Stewart, François Cevert, Tim Schenken, James Hunt, John Watson, Niki Lauda, Arturo Merzario, e muitos, muitos outros "gringos". Portanto, haver ou não um piloto compatriota na Formula 1 não irá diminuir o meu entusiasmo. Irá sim, afetar profundamente os interesses comerciais das Redes Globos da vida e afins. Estarei sendo egoísta? Talvez, mas não vejo a necessidade em meu caso específico, de ter um brasileiro na categoria máxima para continuar a apreciar o esporte. Temos muito a agradecer ao trio dos grandes, Emerson, Nelson, e Ayrton, e também a Pace, Barrichello, Massa, Christian, Gugelmin, Moreno, e tantos outros.
Acho que precisamos repensar a estrutura de nosso esporte, fortalecendo clubes, como é feito na Inglaterra, onde a força do automobilismo está na grande capilaridade de categorias e pilotos, e enorme número de eventos. Aqui temos os cartórios, clubes e federações que "vendem" carteiras, inscrições e pedágios. Talvez a criação de uma Liga Independente seja a solução, mas não conheço muito os detalhes.
O Pan de Guadalajara terminou e o Brasil foi durante muitos dias o segundo colocado no quadro geral de medalhas, sendo depois, amplamente superado por Cuba. Não admiro os cubanos, e muito menos seu sistema político que usa o esporte como arma de propaganda, enquanto a população é carente de itens básicos, como liberdade e dignidade. Esta é minha opinião e não vai mudar tão cedo, não importa quantos petelhos (que acho não lêm meu blog) tiverem chiliques.
O P C do B, uma aberração de partido político, sem nenhum compromisso ideológico  (pois se o tivesse não compactuaria com governo tão corrupto e também estaria para lá de ultrapassado) domina as verbas federais de esporte e as distribui a seu bel prazer, seguindo suas conveniências de alianças e amizades, muitas vezes excusas. Há que haver uma mudança de mentalidade, atletas não deveriam ter que mendigar apoio e sim o terem por mérito esportivo. Enfim, longa discussão sem solução à vista. Volto depois, resgatando os mesmo temas.

NUM CLIMA CHUVOSO E SAUDOSO, ROXY MUSIC

Acabo de assistir a um filme com Daniel Craig  "Flashbacks of a fool" e esta música é parte importante da história. Bom recordar os anos de juventude.