domingo, 31 de julho de 2011

O SELETO CLUBE DOS ONZE


Hoje na Hungria, além da magistral vitória na pista, Jenson Button conseguiu integrar um seleto clube que por enquanto tem apenas onze membros: os pilotos de Formula 1 com 200 ou mais corridas em seu currículo. O maior participante de todos os tempos, como sabemos é o nosso Rubinho, com meros 315 Grandes Epreuves! Depois dele vem o Schumacher, com 279 (e 91 vitórias, santo Dio!!!!) Dos outros participantes, apenas Nelson Piquet com 204 corridas fez algo de significante na carreira e dos atuais pilotos, Jarno Trulli com 244 arrasta-se melancolicamente para o ocaso. Um outro grande campeão, com 199 corridas bateu na trave do clube: Alain Prost, o narigudo francês. Jenson que eu saiba, foi o único que ingressou no clube exclusivo com uma vitória!
A lista:

1- Rubens Barrichello - Brasil - 315
2- Michael Schumacher - Alemanha - 279
3- Riccardo Patrese - Itália- 256
4- David Couthard - Escócia - 246
5- Jarno Trulli - Itália - 244
6- Giancarlo Fisichella - Itália - 229
7- Gerhard Berger- Austria- 210
8- Andrea de Cesaris - Itália- 208
9- Nelson Piquet - Brasil - 204
10- Jean Alesi - França - 201
11- Jenson Button - Inglaterra - 200

HUNGRIA: AS BOAS CORRIDAS ESTÃO SE TORNANDO REGRA!


Um sorriso vale por mil palavras: Button e seu justo júbilo.
Corridaça novamente no Campeonato Mundial de Formula 1 hoje na Hungria. A pista que poucas ultrapassagens permite em condições normais (pelo menos as de antes deste ano) proporcionou disputas ao longo do pelotão e com chuva intermitente, os erros eram comuns e as emoções altas. Mais uma vez Sebastian Vettel demonstrou maturidade ao não lutar desesperadamente pela vitória, preferindo correr pelo campeonato (já ganho, praticamente) e os pilotos da Mclaren se destacaram, além do sempre fuori-sieri Fernando Alonso. Jenson Button correndo com inteligência, ousadia e uma não pequena dose de sorte (principalmente no que se refere aos problemas enfrentados por seu maior rival hoje, o companheiro Lewis Hamilton) fez uma ótima prova e ganhou com maestria. Vettel não brilhou, mas tampouco deixou de mostrar autoridade de campeão e foi o segundo colocado, seguido por um veloz e combativo Fernando Alonso.Em quarto lugar Hamilton poderia ter almejado mais, mas as condições da pista, as trocas de pneus e uma ou duas rodadas (incluindo uma em que ele imprudentemente deu um cavalo-de-pau na frente dos carros que vinham a seguir, colocando outros pilotos em risco e foi punido com um drive-through). De qualquer maneira, mostrou sua classe e combatividade de sempre. Mark Webber foi um apagado quinto colocado seguido por um Felipe Massa que tenta, tenta, mas não consegue mais superar a impressão de ser apenas um piloto mediano, principalmente quando colocado em perspectiva com seu companheiro de equipe (me faz pensar se Kimi era tão especial assim). Paul di Resta colocou a Force India num ótimo sétimo lugar e seu companheiro Adrian Sutil foi muito sutilmente detonado durante a corrida chegando na décima quarta posição. Seb "o muso" Buemi que largou em último fez uma ótima prova terminando em oitavo, com Nico Rosberg (prova irregular, cheia de disputas por posição,mas intermediárias) em nono e Jaime Alguersuary em décimo numa boa jornada para a Toro Rosso. Dos outros, Koba-san lutou muito mas ficou fora dos pontos em décimo primeiro, Rubinho fez boa largada e bons trechos de corrida, mas terminou num glorioso décimo terceiro lugar e Nick Heidfelf fez churrasquinho da sua Renault Lotus. Boa prova, boas disputas, bom nível de pilotagem e com o mercado praticamente fechado para o próximo ano, os bons espetáculos devem continuar. Por tudo o que criticam a Formula 1, com os pilotos pagantes e tudo, do atual grid eu acho que apenas D'Ambrosio, os indianos — que já se foram e talvez Maldonado, não estão a altura de sentarem numa barata de Formula 1. Em outras temporadas tivemos pilotos bem menos competentes. Seleção natural.

SONZÃO DE RESPONSA PARA DORMIR LEGAL

Florence + the Machine....uma das muitas revelações da musica pop britânica dos últimos anos. Londres continua a bombar e não tem jeito, temos que nos render ao talento dos ingleses para a música pop!

sábado, 30 de julho de 2011

SABADÃO, AMANHÃ TEM GRANDE PREMIO E TEM OUTRAS COISINHAS MAIS

Os três primeiros no grid magiar: Chuck Vettel e os maclarianos , campeões todos.

Eu adoro corridas de Formula 1 e já faz algum tempo. Mas também adoro qualquer tipo de corrida de automóveis, principalmente aquelas que têm disputas legais na pista, gente pouco badalada e que vai para o autódromo para acelerar e se divertir.
Na Hungria, houve um treino bem interessante (que eu não pude assistir por estar trabalhando) e Vettel cujo carro já não tem vantagem tão grande, tirou no braço os milésimos que lhe deram a oitava pole da temporada sobre Lewis Hamilton. Este realmente está guiando "o fino" e a Mclaren certamente reagiu, pois seu companheiro e também campeão mundial Jenson Button larga logo atrás em terceiro. Button venceu na Hungria em 2005 com a Honda, e largar em terceiro nesta pista não é mal negócio. Em quarto e aleluia! batendo seu companheiro de equipe pela primeira vez na temporada (após dez sovas!) Felipe Massa, seguido por Fernandito de las Asturias em quinto. O insosso e quase renovado canguru papudo Webber vem apenas em sexto com a segunda Red Bull e os top dez são completados por três alemães: Nico Rosberg, Adrian Sutil e Schummy e um mexicano, Checo Perez. Barrichello parece ter jogado a toalha da Williams e amanhã a corrida pode ser interessante por causa da temperatura da pista, que caso seja elevada, demandará até cinco paradas por pilotos.
Na GP2, apesar de ter conquistado a pole position, o baiano Luiz Razia teve que contentar-se com o terceiro lugar no final, que longe de ser um mal resultado o mantém lutando por posições intermediárias no campeonato. O vencedor foi o meia-boca Romain Grorsjean e amanhã tem a corrida curta.
Agora corridas interessantes mesmo acontecem aqui no nosso Brasisisillll. Em Jacarepaguá, todo mutilado, violentado e abusado, resistindo bravamente, o Campeonato Brasileiro de Marcas, com nova pole position de Valdeno Brito. E também campeonatos regionais de marcas e pilotos.
Em Interlagos, os regionais vão bem, obrigado. E no incrível Campeonato Paulista de Marcas e Pilotos, devido ao clima (a pista estava úmida e foi secando) e ao grande número de inscritos (mais de 60), um novato (Luiz Filgueiras) vai largar na pole-position. Aliás, um não, ao todo 15 pilotos novatos largarão nas primeiras posições do grid, prometendo no mínimo disputas interessantíssimas por posições nas primeiras voltas! Reproduzo aqui a foto do blog do Claudio Roscoe de autoria do Vinicius Nunes.
Paulista de Marcas e Pilotos: emoção na pista com muitos carros e disputas e sem estrelismos.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

EM BUSCA DO EQUILÍBRIO



Nos sonhos de qualquer promotor de qualquer esporte possível, o equilíbrio entre os competidores e a consequente imprevisibilidade dos resultados é uma situação ideal. O boxe com suas marmeladas e seus campeões que mandavam os adversários para a lona em menos de um assalto, como Mike Tyson, acabou sucumbindo ás incertezas dos golpes do vale tudo, muito inspirado no jiu-jitsu estilo Gracie. Hoje o boxe é uma sombra do que foi e o Vale Tudo está em alta. No futebol também, os times que protagonizam um jogo como o da última quarta-feira, entre Santos e Flamengo, com nove gols, viradas e jogadas espetaculares certamente ficarão na memória dos fãs por um longo tempo.
Na Formula 1 períodos de hegemonia, como o de Schumacher e a Ferrari no início dos anos 2000 são um desastre para os organizadores. Toda vez que uma única equipe ou piloto ameaçam um domínio solo, a úlcera de Mr. Ecclestone dá sinais de vida. Foi assim com a Brawn GP em 2009 que graças a uma inteligente interpretação das regras dos difusores por Ross Brawn disparou na primeira metade da temporada, propiciando a Jenson Button tamanha vantagem que mesmo depois de alcançados e superados em desempenho pela Red Bull e outras, não foi possível deixar escapar o título. Desde o ano passado as genialidades combinadas de Adrian Newey na prancheta e Sebastian Vettel no volante fizeram as apostas começarem por quem seria o segundo colocado, pelo menos no grid. De duas ou três corridas para cá, este panorama parece estar mudando, graças ao crescimento de desempenho de Ferrari e Mclaren, principalmente. Isso é bom para a Formula 1 como um todo. Ninguém acredita em sã consciencia que o jovem Vettel vá perder este bicampeonato, mas pelo menos as disputas pela liderança voltarão a ser interessantes. Mesmo porque, a despeito de muitas críticas, as regras criaram ultrapassagens e é isso que a galera quer ver! 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

A MÁQUINA DE JAQUES

Todo mundo e seu passarinho já sabe à esta altura que um ex-campeão mundial de Formula 1, estrangeiro ainda por cima, Jaques Villeneuve, vai abrilhantar o grid da prova do Milhão da Stock Car no autódromo de Interlagos na semana que vem. Meio decadente, meio "arroz de festa", Villeneuve é aquele tipo de cara que aceita convite até para batizado em favela, bebe todas e é um dos últimos a sair, cantando "sou filho único e moro em Jaçanâ..." com a moçada. Mesmo assim, pombas, é um campeão mundial, portanto, que seja bem vindo!

O lay out do bólido é bonito. Vamos ver o quanto vai acelerar!

terça-feira, 26 de julho de 2011

RÁPIDA RESENHA SOBRE O GRANDE PRÊMIO DA ALEMANHA 2011 (REFLEXÕES COMPARATIVAS SÃO APERITIVO DE GRÁTIS)

Arturo Merzario, grande, grandíssimo: onde ele estaria na Formula 1 de hoje?

Se eu gostei da corrida? Gostei sim, mas o aspecto mais interessante foi ver Vettel fora do pódio após um longo e tenebroso inverno em que "Chuck" se tornou onipresente nos degraus vitoriosos de cada GP. As regras mudam, mas a supremacia dos rubrotaurinos ainda é grande e apenas incidentes e circunstâncias fortuitos de corrida podem prever vitórias de outras equipes, ou seja, estão ali para pegar as migalhas. De qualquer maneira, um grid que conta com as ilustres presenças de Alonso e Hamilton, principalmente (não nos esqueçamos de Button e sua majestosa vitória no Canadá), pode sim, produzir um vencedor diferente.
De qualquer maneira, estratégias a parte, bons pilotos sempre vão produzir boas performances. Com todas as reclamações e queixas que leio por ai de torcedores desavisados, repito: temos uma safra ímpar de pilotos em  atividade, carros que raramente quebram e espetáculos dignos de serem chamados Grandes Prêmios. Para os saudosistas que não "estavam lá", nos anos sessenta, principalmente, e setenta, você torcia por um piloto, digamos Wilsinho, ele vinha em terceiro em Mônaco numa Brabham meia-boca, faltando cinco voltas para o final da prova e o carro.....parava! Por pane seca! Aí você torcia por um Arturo Merzario, bravíssimo piloto  italiano que chegou a pilotar para a Ferrari em seus piores dias, e para a Williams quando era pior que hoje em  dia, e fez grandes apresentações. O  cara "espetava" um Iso Marlboro (uma das muitas denominações dos calhambeques produzidos por Sir Frank no início da década de 70) num terceiro lugar do grid em Kyalamy, África do Sul (belo autódromo) e não chegava nem a metade da prova, pois as corridas não eram tão profissionais, peças baratinhas quebravam a toda hora e o torcedor se frustrava. Hoje com toda a telemetria, Fernando Alonso sabia que se completasse a volta de desaceleração pós-corrida, seu carro seria provavelmente desclassificado por estar minimamente abaixo do peso (a coisa é milimetricamente calculada), portanto preferiu deixa-lo ao lado da pista e voltar aos boxes de carona na "carlinga" de Mark Webber!
O que quero dizer é que resultados inesperados, como por exemplo, uma das três equipes nanicas marcarem pontos, são praticamente impossíveis, mas por outro lado, as disputas são mais honestas, porque os pilotos podem contar com a resistência de seus bólidos.Quantas vitórias o Chris Amon deixou nas mãos de seus concorentes por falta de sorte ou fragilidade de seus carros? O próprio Emerson deixou de ganhar corridas ganhas por defeitinhos que hoje teriam sido detectados por telemetria e corrigidos a tempo. Os resultados de hoje me parecem portanto mais adequados ao estágio de investimento e desenvolvimento tecnológico das equipes e da capacidade dos pilotos. A Red Bull, lembrem-se, teve que investir muito em seu plantel técnico para obter a atual supremacia, e se o "xoxo" David Couthard ainda fosse seu primeiro piloto, duvido teria ganho mais que duas ou três corridas no período em que Vettel ganhou 15.
Tendo dito isso, rápidos comentários sobre os pilotos na corrida de domingo último:
1- Hamilton - sou fã e fez um corridaço, apesar das recentes polêmicas sobre sua agressividade. Agressivo ou não, sabe "ler" uma corrida e aproveitar as circunstâncias a seu favor. 
2- Alonso- Mais uma vez provou porque é considerado o melhor de sua ótima geração. Corrida na base do braço, estratégia e personalidade.
3- Webber - Sempre fica a sensação de que ficou devendo.E com o "foguete" que tem nas mãos, chegar apenas em terceiro,realmente não é muita coisa.
4- Vettel - Uma corrida menos inspirada que outras, menos pela largada. O título já está ganho, talvez tenha começado a administrar a enorme vantagem.
5- Felipe Massa - O que dizer do baixinho de Botucatu? Sempre foi um piloto rápido, combativo, mas a mera presença de Alonso no time está deixando-o numa perspectiva muito desfavorável. Ia certamente chegar em quarto, mas os mecânicos fizeram lambança na última parada, em sincronia com Vettel que o ultrapassou nos boxes. Mesmo assim, o tempo perdido no início da prova atrás de Rosberg talvez seja a resposta da colocação final.
6- Adrian Sutil- Fez a sua melhor corrida em muito tempo, resgatando um pouco de sua abalada reputação, desde a chegada de Paul Di Resta ao time. Paradoxalmente, apareceu pouquíssimo na transmissão de TV, talvez por ter tido prova tranquila.
7- Nico Rosberg - Uma das minhas birras da Formula 1 atual: muito badalado, combativo as vezes, mas não passa de Nico Rosberg, uma espécie de Ricardo Patrese ou Thierry Boutsen, sem vitórias no currículo. Bater um velho e errático Schumacher não parece ser tão difícil afinal, mas eu posso estar errado e o "Barbie face" ser bom de verdade. Por enquanto, eu não acho.
8- Schummy - Prova combativa, errática, colorida. O tiozão está se divertindo e faz bem: seus recordes provavelmente jamais serão batidos e uma hora dessas ele se cansa de novo e volta aos braços da bela Corinna.
9- Kobayashi - Bom piloto, irregular às vezes, mas combativo sempre. Largando atrás fez boa prova de recuperação e o bom carro da Sauber que não desgasta demais os pneumáticos da Pirelli ajuda.
10- Petrov- Continua a me surpreender positivamente. Jamais será um superstar, mas merece com folgas estar na categoria.
Os outros? Comento outra hora. Mas o ponto que queria fazer é esse: está difícil marcar pontos na Formula 1 atual. Chegar em décimo hoje é mais trabalhoso que em sexto na década de setenta, quando apenas os seis primeiros pontuavam. Sinal dos tempos, da tecnologia. E continuamos a reclamar.....

domingo, 24 de julho de 2011

Fórmula 3 Europeia: Brasileiro Victor Corrêa vence na Inglaterra



Reproduzido do Mastermidia (não gosto de reproduzir Press Releases, mas acho que vale a pena divulgar vitórias de pilotos brasileiros em categorias de base internacional, e não achei necessário melhorar o texto)
Piloto mineiro vence pela segunda vez na temporada.

O brasileiro Victor Corrêa (Unifenas/Terramare/Guapé) venceu neste domingo (24/7) a oitava etapa do European F3 Open, disputada no tradicional circuito de Brands Hatch, na Inglaterra. Com sua segunda vitória na temporada o mineiro ocupa a terceira posição no certame com 52 pontos. A liderança ainda é do suíço Alex Fontana com 69 pontos.

"Estou muito feliz com esta segunda vitória. O carro estava bom na corrida e agora o meu foco será buscar a liderança nas próximas etapas para ficar cada vez mais na briga pelo título da temporada", comemorou o mineiro de Alfenas, sul de Minas Gerais.

Victor Corrêa largou da pole position, mas o seu carro perdeu tração na largada e Alex Fontana assumiu a ponta, onde permaneceu nas cinco primeiras voltas. Fazendo pressão em cima do suíço, no início da sexta volta o brasileiro assumiu a ponta quando Fontana saiu da pista e caiu para quarto.

"Eu acelerei demais na largada e o meu carro chegou a ficar de lado. Por isto perdi a ponta. Depois que os pneus esquentaram pude aumentar o ritmo e após assumir a liderança fiquei administrando até a bandeirada", contou o brasileiro apoiado por Unifenas/Terramare/Visite Guapé.

A quinta rodada dupla do European F3 Open acontece nos dias 17 e 18 de setembro, em Algarve, Portugal.

O European F3 Open é composto por 16 corridas em sistema de rodadas duplas com etapas na Espanha, Bélgica, França, Inglaterra e Itália. Já foram disputadas provas na Espanha, França e Bélgica.

A cobertura ao vivo envolve sete emissoras de televisão: Motors TV (Europa), Sport.TV3 (Portugal), Canal + Deportes, Teledeporte RTVE e RTVG, da Espanha, Primocanale Sky 515 e Nuvolari TV Sky 144, da Itália.

As provas também podem ser acompanhadas com imagens e cronometragem ao vivo pelo site www.gtsport.es

Confira os dez primeiros na oitava etapa, em Brands Hatch:

1) Victor Corrêa (Brasil), 16 voltas em 21min51s372 (média de 162 km/h);
2) Niccolo Schiro (Itália), a 1s337;
3) Yann Cunha (Brasil), a 2s202;
4) Alex Fontana (Suíça), a 9s956;
5) Fábio Gamberini (Brasil), a 18s428;
6) Fernando Monje (Espanha), a 19s302;
7) Juan Carlos Sistos (México), a 19s885;
8) William Vermont (França), a 20s383;
9) Fahmi Ilyas (Malásia), a 20s554;
10) Matteo Beretta (Itália), a 21s515;

Confira a pontuação do European F3 Open após oito etapas:

1) Alex Fontana (Suíça), 69 pontos;
2) Fábio Gamberini (Brasil), 54;
3) Victor Corrêa (Brasil), 52;
4) Johan Jokinen (Dinamarca), 36;
5) Niccolo Schiro (Itália), 33;
6) William Vermont (França), 30;
7) Tonõ Fernandes (Espanha), 25;
8) Juan Carlos Sistos (México), 23;
9) Yann Cunha (Brasil), 22;
10) Noel Jammal (Líbano), 21;
11) David Fumanelli (Itália), 20;
11) Nil Monserrat (Espanha), 20;
13) Matteo Beretta (Itália), 12;
14) Fernando Monje (Espanha), 10;
15) Jesus Rios (Estados Unidos), 7;
16) Sam Dejonghe (Inglaterra), 5;
17) Matteo Torta (Itália), 2;
18) Matteo Davenia (Itália), 2 pontos.

O piloto Victor Corrêa é apoiado pela Unifenas, Terramare Península e Guapé.

sábado, 23 de julho de 2011

AMY

Talento de sobra, se bem que faltava um certo carisma. Excessos. Falta de bom senso. Hoje foi o fim. Vitta brevis, arts lunga......perdoem-me meu latim é falho: vida breve, arte longa. Que assim seja.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

HOMENAGEM, AINDA QUE TARDIA, A SELECINHA DO MANO

Eu gosto de futebol, admito. Por isso, não gosto dos atuais "vampiros mercenários" que corroem todas as estruturas do nosso esporte nacional. Este videozinho sintetiza, com o talento do Adnet, o que são e o que pensam os jogadores precocemente eleveados à categoria de semi-deuses. São na verdade, uns pobre coitados, bem pagos, mas ainda terrivelmente pobres de espírito. Pobre Terra Brasilis!