Já se percebeu, pelos que acompanham meu humilde espaço que gosto muito da Adele. Não conhecia essa versão da ótima canção "Rolling in the deep" na interpretação do Linking Park. Ficou bem legal!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
POR QUE DAR RISADAS É BOM. ACHMED, O TERRORISTA MORTO
Sei que não é novo, talvez eu mesmo já tenha postado algum vídeo dele aqui. Mas vale a pena dar umas risadas no sabadão a tarde com Achmed, o terrorista morto.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
AUDI NAS 24 HORAS DE LE MANS
Este vídeo já foi visto em alguns blogs por ai. Mesmo assim, é tão bom que acho que vale a pena postar aqui também.Ainda vou a essa prova!!!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
ROCK? BEATLES, PORTANTO....
Os cara têm inúmeras canções que eu poderia colocar aqui, mas por algum motivo oblíquo eu adoro essa pequena cançãozinha lado B deles. Rocky Raccon....
DIA DO ROCK: CADA UM TEM SEU ROCK FAVORITO...EU TENHO MAIS DE UM
E assim caminha a humanidade. O Rock comemora hoje seu dia internacional.....e eu cresci ouvindo e curtindo rock and roll....dos anos cinquenta, sesssenta, passando pelos doidos setenta, pelos ótimos oitenta e a partir dos noventa, menos. Aqui um exemplo de uma canção que me faz vibrar, ainda hoje:
domingo, 10 de julho de 2011
ADELE: CUIDADO QUE É VICIANTE
Existem revelações e revelações. E tem gente que vem e vai. Adele veio para ficar. Talentosissima, a inglesinha que foge dos esterótipos visuais, segura a onda na base do talento puro. Viva Adele!
SILVERSTONE E A CORRIDA QUE ME DEIXOU NA DÚVIDA: MUTRETA OU NÃO MUTRETA?
Já sei: sou apenas um pequeno-mísero-insignificante blogueiro do interior (litoral, melhor dizendo), distante de tudo e de todos e totalmente acometido pelos males da TC (teoria da conspiração). Concordo. Vejo complôs em quase tudo: gente desonesta na política (apesar de saber que isso é neura minha), manipulações em todos os aspectos da vida nacional petista (também acho que exagero), acho o tal de Mano (que nominho lazarento para um treinador da outrora gloriosa seleção nacional — mas concordo, Dunga é ainda pior) um perna de pau como treinador. Não consigo assistir a TV aberta e acho o queridinho de quase todos, Luciano Huck, uma farsa de dar dó. A falta de talento e criatividade parece um monstro enorme com mil cabeças nos assombrando e massacrando nesse início de século. Existe mediocridade na política, nos esportes, na literatura, na TV, na forma como resolvemos nossos problemas.
A Formula 1 é pródiga em sobreviver a si mesma. Explico: muitas vezes, acometida por problemas enormes, ganância, mau gerenciamento, inépcia, falta de visão, pareceu prestes a sucumbir, e tal qual a Fênix (nada original aqui), ela renasce das cinzas. Este ano pareciam ter achado a formula mágica: ao mexer em inúmeros itens dos regulamentos técnico e desportivo, pareciam ter trazido de volta as disputas por posições, ainda que de forma artificial. Assim, com o KERS, o DSR (as asas que se abrem e fecham quando há possibilidade de ultrapassagem na reta), e pneus que se derretem ao olhar, todos estavam felizes. Mas, não contavam com a astúcia do Adrian Newey, sempre apto a enxergar melhor as nuances de regulamento e a incrível forma de um teutônicozinho de meia pataca, feio como Chuck, o brinquedo assassino. Sim, Vettel, assim como Chuck, aterroriza as outras crianças no pátio da escola e teima em roubar para si os melhores doces e sair correndo para onde ninguém pode alcança-lo.
Depois de oito etapas com o domínio quase absoluto da Red Bull e de Vettel (seu companheiro Mark Webber parece um daqueles burocratas prestes a se aposentar e ganhar o famoso relógio de ouro da empresa), o campeonato estava em crise. Pois bem, com muitas ultrapassagens, poucos abandonos, nível técnico alto (inclusive em relação aos pilotos, pois poucas vezes na história tivemos pilotos de calibre tão alto competindo simultaneamente), a FIA precisava fazer algo. Mexeu novamente nas regras. Um item bastante complexo para os leigos como eu, a aceleração contínua (mesmo quando o piloto desacelera o carro) que produz gazes que vão em direção ao difusor, "apertando" o carro contra o solo, causando maior aderência e consequentemente maior velocidade nas curvas, foi questionada. Claro que quem melhor interpretou a regra foi a Red Bull, portanto o que melhor que punir os eficientes, para equilibrar o jogo? Parece o que fazem os nossos políticos tupiniquins: vamos punir a competência, taxar os que produzem, para equilibrar o jogo no bananal! — mas isso é outro papo.
Voltemos portanto ao que interessa: e o que interessa, senhoras e senhores, é que no pós corrida as manchetes dos sites, dos noticiários de tevês e revistas ao redor do globo mostrassem emoção! Sim, emoção, ainda que tão artificial quanto trabalho em Brasília, mas para enganar os trouxas. Na corrida, Vettel pareceu ignorar as admoestações para que NÂO vencesse de novo, bad boy. No, no no. Chuck malvado, deixa as outras crianças brincarem um pouco. Chega de alemães estraga-prazeres. O último deles, "Dick Vigarista Schummy" foi reencarnado e está devidamente pagando seus pecados, arrastando-se nos pelotões "da merda" da vida para sempre. Vettel, apesar de "apenas" em segundo lugar no grid, pulou a frente do senhor-quase-aposentado a sua frente e não tomou conhecimento da chuva, dos adversários, dos muitos ingleses bradando imprompérios e de tudo o que acontecia atrás de si.
Atrás, a corrida até que ia bem. Mas o script não estava perfeito, pois nada adianta ter um corrida com duas mil e trezentas ultrapassagens, oito capotagens, se o vencedor final for o mesmo. As manchetes, cada vez menores, por falta de originalidade, mostrarão apenas o carro de Vettel recebendo a bandeirada em primeiro.
É aí que entra a teoria da conspiração: Bernie vigarista soprou para alguém criar um fato desestabilizador. Distraídamente, ligaram para São Pedro para implorar por chuva. Este, aborrecido no céu, estava a assistir a corrida e soltou alguns nada apropriados palavrões, dizendo que já tinha feito a sua parte! ( quase sempre uma chuvinha providencial resolve estas paradas) O recurso então foi Jones. Jones, para quem não conhece é um dos rostos que está estampado hoje (acho que pela última vez) no topo do capacete de Vettel, que a falta de idéia melhor (e uma namorada boazuda) resolveu homenagear seus mecânicos. Jones é o típico inglês: gosta de fish and chips, é canhoto, branquelo, já foi de uma banda de rock e quando vem ao Brasil, uma vez por ano se esbalda ao comer picanha. Pois bem, ele também tem outro hábito: joga em cavalos e perde muito. Deve uma grana para um cambista de Croydon, e este resolveu sequestrar sua mãe, única parente conhecida de Jones, em troca da dívida. Desesperado, foi trabalhar pensando em como se aproximar de Mister Didi, o dono da Red Bull e pedir um vale, nem que fosse em latinhas de energéticos, para poder resgatar sua genitora. Não contava, no entanto, com a mensagem deixada por Bernie, para que fosse visitá-lo, ANTES da corrida. Obedeceu. O baixinho tem o maior Motor-home do paddock e o recebeu a sós. A conversa foi breve e concisa, e a oferta não deixava dúvidas: caso Vettel estivesse liderando a corrida, Jones teria que fazer alguma merda para atrasá-lo, e em troca, sua dívida com o cambista seria perdoada e sua mãe voltaria para casa sã e salva. Quem pode condenar o pobre Jones?
Esta é a verdadeira história secreta do Grande Prêmio da Grã-Bretanha de 2011.Quem duvidar, que conte outra!
sábado, 9 de julho de 2011
SILVERSTONE CHOVE E MOLHA?
Apesar das "mexidas" efetuadas pela FIA no regulamento técnico da Formula 1 com a clara intenção de equilibrar as disputas e diminuir a enorme vantagem aerodinâmica alcançada pelos bólides da Red Bull (leia-se Adrian Newey), o roteirista estava com preguiça de mudar e a equipe austríaca cravou a nona pole position da temporada. Desta vez coube a Mark "canguru triste (ex papudo)" Webber a imcumbência de sair na pole, com seu arqui-rival "Chuck" Vettel firmemente cravado em seus calcanhares. As duas Ferraris, mostrando alguma evolução no veloz circuito britânico vêm logo a seguir, na ordem natural das coisas, com Alonso a frente de seu escudeiro (nem tão fiel), Massa. Jenson Button, que aparentemente não tem muita sorte no seu circuito caseiro, veio a seguir logo a frente de um surpreendente Paul di Resta, que colocou o inviável Force India na sexta colocação do grid. Outra grande qualificação foi a sétima posição de Pastor Maldonado a bordo da segunda Williams, que mostra a clara evolução do pequeno piloto venezuelano. Koba San em oitavo é um ótimo resultado para a Sauber, a equipe que aparentemente menos "castiga" os pneus em condições de corrida. Surpresas negativas: Schummy em décimo terceiro em sua Mercedes (Rosberg foi nono), Hamilton apenas em décimo, Rubinho em décimo quinto e as duas Toro Rosso lá atrás. De notável a estréia da esperança Daniel Ricciardo, cuja vaga na Hispania foi comprada pela Red Bull para ir dando quilometragem ao jovem australiano.
A corrida em Silverstone pode trazer algumas modificações na tabela de classificação, já que o campeonato começa a se definir mais claramente em favor de Vettel. Paradoxalmente, tivemos algumas corridas de excelente qualidade, exceto pela liderança. Amanhã a chuva pode acrescentar algo novo na equação.
domingo, 3 de julho de 2011
40 ANOS DA MORTE DE JIM MORRISON
Um dos artistas que sempre me fascinou, pelo seu jeito irreverente, talento e atitude destrutiva. Jim Morrison. Quarenta anos de sua morte aos 27 anos de idade.
Assinar:
Postagens (Atom)

