terça-feira, 29 de março de 2011

THE CLASS OF 2011

A já clássica foto dos pilotos da Formula 1de 2011. Bons meninos quase todos, até os dois do fundão que talvez nem terminem o ano letivo (Liuzzi e Kark boy). E o inevitável cartaz de apoio ao povo japonês.


domingo, 27 de março de 2011

HOJE ELE ESTARIA FESTEJANDO SEUS 51 ANOS DE IDADE. RENATO RUSSO

O cara era polêmico. Genial. Controverso. Viveu pouco e deixou uma obra inacabada. Símbolo de uma geração (a minha). Minhas homenagens a este rapaz tão inquieto.




TK É O KR




Parabéns Tony. Com tudo o que aconteceu, ficar a pé, acertar com equipe do Gil, a pé de novo, acerto com a KV aos 46 do segundo tempo, sem treinar, sem conhecer todos os integrantes do time pelo nome, bela demonstração. Vamo que vamo


P.S. = Belíssima corrida da bela Simona de Silvestro. A Danica deve estar mordida. A Bia não foi bem tampouco. A Guerra das Damas na Indy promete!

REFLEXÕES SOBRE O PASSEIO NO PARQUE NO OUTRO LADO DO MUNDO


A largada: este foi o momento em que Vettel esteve mais próximo do resto do pelotão.

Alta madrugada e cochilando ao som do programa do Serginho, meu relógio interno apita agudo: Piiiii, Piiii, vai começar a corrida. Que bom! Peguei o final da volta de apresentação e a largada. A corrida foi chata para alguns, excitante para outros, injusta para os suiços da Sauber (desclassificados após belas exibições de seus dois pilotos por alguma tecnilidade nas asas traseiras). O primeiro no grid foi o primeiro na chegada. O segundo no grid foi o segundo na chegada. Ponto? Nem tanto. Analisemos os cabras e suas montarias:
1- Vettel- Tem a proverbial faca e o queijo (camembert) nas mãos. O problema é que queijos camembert se esfarelam fácil, então tem que usar a faca bem afiadinha e ir cortando em suaves fatias de fora para dentro. Com habilidade. Isso, passada a afobação juvenil de provar-se a si mesmo e ao resto do mundo, já que é campeão, parece fácil. Seu primeiro adversário é sempre seu companheiro de equipe, e nisso, Chuck Vettel está bem servido, pois o insosso Mark Webber, canguru da gema, faz com maestria. Ser segundo piloto é um estado de espírito, uma vocação, uma missão de vida. Se houvesse uma Academia de Segundos Pilotos, o patrono da cadeira que Webber hoje ocupa, seria Riccardo Patrese. Mas este é papo para outro post.
2- Hamilton. Luiz o bom menino é da cepa nobre dos campeões. Lutou contra um assoalho rebelde, um carro que não tinha condições de competir de igual para igual com as Red Bull, derrotou metade da brigada inimiga (Webber) e só não ganhou a corrida, porque na frente dele estava um impecável alemãozinho. Fez sua parte e vai dar trabalho no campeonato, pois a Mclaren deve crescer tecnicamente.
3- Petrov. Petrov. Petrov. Três vivas para o russo da Máfia, digo, da Lada, digo da Renault (vulgo nova Lotus). Não sei como se escreve viva em russo, portanto fica petrov, petrov, petrov mesmo. Ou Kournikova, Kournikova, Kournikova (muito mais bela a tenista). Fez tudo bem e com a ausência da estrela estatelada do time, o incauto Kubica, cresceu com a responsabilidade, dando um banho no experiente Heidfeld no processo. Belo início de campeonato em uma corrida segura. Aliás, continua a ser o karma no caminho do Alonso. Dizem que este já está de viagem marcada para a Sibéria, onde vai se consultar com uma mãe de santo "babuska" para achar o caminho para ultrapassar o Vital.
4- Alonso. Boa corrida, má largada. Avaliou mal a aproximação da primeira curva e teve que remar muito para recuperar as posições entregues de bandeja nos primeiros metros da prova. Continua talentoso, egocêntrico, vital para a Ferrari - vital foi mal.....
5- Webber. O canguru papudo encolheu-se em seu próprio quintal e se a primeira prova for o indício do que será o campeonato, foi mal para ele. Deve ganhar algumas provas, durante a crise de conjuntivite que deve afetar Vettel lá por junho ou julho, mas em circunstâncias normais....luneta nele.
6- Button. Boa prova, combativa (até demais, visto que andou cortando caminho e sendo punido por isto). Não conseguiu confirmar minhas previsões de que teria vantagem na equipe, pelo excessivo desgaste dos pneus, uma vez que tem o estilo mais suave que seu companheiro Hamilton.
7- Massa - Após a desclassificação das Saubers. Boa largada, boas disputas com Button nas primeiras voltas, depois apagou e voltou a ser o pacato funcionário do Banco Central em Brasília que olha todos os dia para o relógio da parede e faz anotações na folhinha, contando regressivamente os dias até sua aposentadoria. Burocrático, sem brilho, errático. A Ferrari deve estar conversando com alguns empresários por aí.
8- Buemi. Boa prova do ex-muso da Formula 1. Ex? Sim, agora o pole position é o recém chegado "Chaves nino" Pastor Maldonado. Vai ser feio assim lá em Caracas! Fez boa prova o suiço com sangue e dinheiro árabe, ofuscando o Jaiminho. A equipe Toro Rosso fez um projeto honesto e promissor.
9- Sutil. Sutil foi sutil. Lutou, atravessou zebras, contra-esterçou, tentou e só chegou aos pontos devido às desclassificações. Tem um fortíssimo novo companheiro de equipe e apesar de talentoso, vai ter que trabalhar bastante pelo seu "curry".
10- Di Resta. Boa estréia do escocês primo do Dario Franchitti e - é aí que quero chegar, primo por afinidade da belezoca Ashley Judd. Hummmmm. Bom, deixa eu voltar ao que interessa. Este cara é bom. Bom mesmo. E veio para ficar. Campeão do DTM, piloto de testes da Mclaren e da própria Force India, o escocês é bota. Anotem.
O resto. Shumacher me decepcionou. Rosberg ia bem até um doidivanas Rubinho dar um chega para o lado nele. Rubens fez uma corrida montanha russa: altos e baixos. Após o fiasco do erro na classificação, largou bem, vinha consistente, ganhou diversas posições e ia pontuar bem. Errou feio ao bater em Barbie e foi punido, abandonando subsequentemente. A Williams mostrou potencial superior ao ano passado. Maldonado, no no muso, pouco mostrou, mas tem cacife para andar bem, especialmente nas provas europeias, pois corre na GP 2 desde 1964 (brincadeirinha, mas ele fez 4 temporadas completas na categoria de acesso e foi campeão no ano passado). Trulli? Não vi, mas consta que terminou a corrida. Vi algumas derrapagens de seu escudeiro (nem tão fiel) Kovalento. D'Ambrozio teve o mérito de andar na frente do experiente Glock (o que Di Grassi jamais conseguiu no ano passado). Mas é figurante. 
O último e talvez principal destaque da corrida foi o jovem (21 anos ) mexicano Sergio Perez. Acompanho sua carreira desde há algum tempo e devo dizer, sou fã do rapaz. Contra todos os preconceitos de ser piloto pagante (sim, ele é bancado pelo cara mais rico do mundo, Carlos Slim), o menino é bom. Muito bom. Na pista foi sétimo em sua estréia, pilotando como um veterano, fazendo apenas uma parada e não tomando conhecimento de alguns currículos bem mais recheados. A desclassificação não deve desistimular a equipe que ainda conta com Koba san (sempre muito super valorizado a meu ver). Este, terá um osso e nacho duro de roer e a disputa entre os dois será tão interessante quanto qualquer outra entre companheiros de equipe no grid. Volto mais tarde, ufa!

sábado, 26 de março de 2011

EM BUSCA DO SONO PERDIDO


Quando eu era pequeno ficava impressionado ao pensar que no Japão eles estavam exatamente 12 horas à nossa frente. Meu pai dizia: agora no Japão, já é noite! Eu ficava matutando com meus inocentes botôezinhos infantis: como pode? Pois bem, veio a globalização, os benditos satélites e nos habituamos a "ver" o que acontece do outro lado do mundo em tempo real. Lembro-me do primeiro GP do Japão em 1976: decisão de um campeonato histórico, onde o heróico Niki Lauda, retornado do coma e ungido por uma extrema unção depois de seu acidente em Nurburgring, lutava contra o bravo playboy James Hunt, com o Mclaren que "era" do Emerson - já em sua aventura copersuquiana. Meus olhos teimavam em fechar-se e além de driblar o sono, precisa esquivar-me dos conselhos de minha mãe, para que fosse dormir, pois no dia seguinte tinha missa, etc. Assisti a um filme, ao corujão e entre goladas de café, a hora finalmente chegou. A transmissão era a lenha, as imagens vinham com um "lag", mas dava para perceber o dilúvio que caía naquele lado do planeta. A largada foi atrasada, as dúvidas se haveria ou não a corrida eram grandes. Finalmente decidem: vai ter corrida! Oba, ajeito-me melhor no sofá e com duas voltas ou menos a decepção: Niki Lauda arrasta-se de volta para os boxes. Inicialmente pensou-se em problemas mecânicos com sua Ferrari, mas não: o astuto austríaco decidira poupar sua vida, após tudo o que havia passado.Demorou anos para eu entender a coragem que ele teve naquele momento, e mesmo perdendo aquele título para o James Hunt, veio a ganhar mais dois.
Toda essa introdução para descrever os treinos desta madrugada na Austrália. Na verdade, não há muito a falar: hoje já não temos jet lag, a qualidade das imagens é excelente, a internet nos traz informações literalmente do cockpit dos carros e sabemos até o ritmo das batidas cardíacas dos pilotos.,
Nessa madrugada super plugada, o menino prodígio "Chuck"( sim, ele, o boneco assassino, não há uma grande semelhança física? - medo!) simplesmente não tomou conhecimento da concorrência e colocou um temporal na frente de seu mais próximo adversário, Lewis Hamilton, numa surpreendentemente competitiva Mclaren (após treinos pré-temporada pouco auspiciosos). Em terceiro um despondente Mark Webber, seguido por Jenson Button ( para quem eu tenho os novos pneus serão muito benéficos, devido ao seu estilo suave de condução). A seguir um decepcionado "Ego" Alonso com sua Ferrari que não anda. Um bom Petrov em sexto nos faz pensar em Kubica, deitado em sua cama de hospital, xingando até a oitava geração de quem lhe convidou para participar daquele malfadado rally. Os top ten foram completados por "Barbie" Rosberg, Felipe Massa - de longe o mais errático dos pilotos, apanhando de seu pneus e de sua ansiedade para superar Alonso -  Koba-san com a Sauber e Buemi, com a promissora Toro Rosso. 
Rubens Barrichello cometeu um erro no início do Q2 e rodou, colocando sua bela Williams firmemente plantada na brita. Podemos esperar uma boa corrida de recuperação, já que seu ritmo era bom. Seu novo companheiro de equipe, Pastor "Chaves" Maldonado ainda não mostrou a que veio. Gostei do Sergio Perez e do Paul di Resta e fiquei com pena da Hispania. Todo mundo e seu cachorro está malhando a equipe espanhola, pelo seu pífio desempenho etc. Acontece que os caras, com pouca grana se apresentaram, embarcaram, abriram as caixas, montaram os carros, foram para a pista. O esporte é cruel e muito competitivo. Ao contrário de muitos críticos, eu admiro o esforço deles e torço para que encontrem um ou dois segundos para entrarem dentro da regra dos 107%. Falar, criticar é fácil. Fazer como a tal Equipe USA, pegar a grana do incauto argentino e não dar as caras também. Torço pelos espanhóis.
Palpite para a corrida? Pelo ritmo, Vettel. Pela consistência, Button. Por instinto, estratégia, Alonso. Veremos logo mais.

BOM SENSO. (DE HUMOR)

Ótimo comercial veiculado pela Mercedes na Europa.

QUESTÕES DE SEMIÓTICA. SEMIÓTICA PURA OU FALE O QUE LHE DER NA TELHA.


Segundo o bom e velho Michaelis, semiótica é: doutrina filosófica geral dos sinais e símbolos. Na realidade eu a vejo como a aparência externa e muitas vezes "pré-fabricada" de conceitos e imagens que queremos difundir. Muito utilizada, claro, na indústria da propaganda. O cerne da questão aqui, no entanto, é outro: quero falar de dois episódios recentes, não importantes, mas que chamaram a minha atenção. Se estão ligados ou não, cabe ao caro leitor (no singular mesmo, já que minha posterior leitura por obrigação de revisar o que escrevo, não conta....rs).
Desde sempre sou fascinado pela figura, vida e carreira de escritores. Estes indivíduos estão alçados em meu panteãozinho particular na categoria de semi-deuses. Besteira minha, eu sei, muitos são seres desprezíveis e vis. Bebem, batem nas mulheres, não pagam as contas. Mas fica aquela imagem mágica, mítica: o cara (ou a cara) escreve! Pode tudo! Estes dias eu me desencantei um pouco mais com esse paradigma bobo meu: vi uma tal de Clara Aberbuck, de quem tenho ouvido falar com constância (ela é midiática ao extremo- o que não condeno) participando de um programa de TV, o "Troca de família". A participação da dita cuja, ainda que pífia, pode ser excusada. O problema foi o que veio depois: ela tomou um belo par de chifres do marido e veio a público lavar a roupa suja. A mulher botou a boca no trombone em blog e em vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=tfcmoknbF_M) . Além de tudo, a tiazinha escreve mal para burro. Na época em que estamos vivendo, o conceito de privacidade já parece extinto para algumas pessoas. E eu, como um garotinho que admirava escritores, fico triste em ver a demolição do conceito (ou paradigma) de que escritores eram seres dotados de mais sabedoria, sensibilidade, capacidade de viver sem pequenos atritos do dia a dia. Decepção.
O outro evento, também tem a ver com uma mulher. A pilota Suzane Carvalho, ex-atriz, dublê de escritora e dona de escola de pilotagem, deu uma entrevista para a revista Warm Up (virtual) e entre outras pérolas, afirma que "chegou" a Formula 1 e só não correu na categoria porque não conseguiu levantar os 15 milhões de dólares necessários. Calma aí com o andor, tia. Com 15 milhões de dólares no começo ou meados dos anos 90 eu colocaria o Tony Kanaan, o Hélio Castro Neves, o Gil de Ferran, manteria o Christian Fittipaldi, colocaria os irmãos Sperafico e ainda sobrava troco. Ela se diz a campeã sul-americana de Formula 3 de 1992. Só esquece de mencionar que foi na Classe B, onde competia-se com carros mais antigos e contra meia dúzia de gatos pingados. Não estou querendo desacreditá-la, mas os fatos são os fatos. Enche a própria bola esquecendo-se que hoje existe o google de fácil acesso e cruel realismo. Naquele ano o campeão da categoria principal foi o paraense Marcos Gueiros, que posteriormente fez carreira razoável na Europa, e eu nunca o vi clamar que "chegou" à Formula 1. Nem os muitos subsequentes campeões da Classe B ou "light" do campeonato sul americano de Formula 3.
Voltamos ao princípio da semiótica: vale mais o símbolo, a imagem, do que o conteúdo. Cazuza foi mestre em cantar e escrever sobre coisas das quais se apossava, sem tê-las realmente vivido. Por isso nunca gostei do gajo. Toda a sua arte é baseada numa mentira. Gabriel o pensador segue a mesma linha. Sei, sou chato, repetidas vezes criticado por meus amigos pelos meus parâmetros de fidelidade e autenticidade. Mas continuo a achar que a  imagem pública que projetamos, deve ser no mínimo, coerente com a realidade que vivemos. Abrazos, muchachos!

sexta-feira, 25 de março de 2011

VRUM VRUM NA MADRUGA


Confesso que fui bravo: tomei café, respirei fundo, cantei mantras mágicos e até consegui ver algo na tela cada vez mais embaçada de minha TV. Carrinhos correndo pela reta, percorrendo curvas como se estivessem grudados no chão (menos o Massa, mas este está apanhando dos pneus e da pressão psicológica descomunal), vi lascas de pneus sendo varridas, vi gente com cara de preocupada olhando para os frios monitores que espelham números imutáveis.
Os primeiros treinos livres para a (finalmente) abertura do Campeonato Mundial de Formula 1 foram interessantes, senão surpreendentes. Num primeiro momento os Red Bull demonstraram constrangedora facilidade em virar muito mais rápido que seus rivais mais próximos.  Já no segundo treino, a Mclaren, mostrando incomparável sinal de superação foi a mais rápida, com Button e seu estilo econômico de pilotagem à frente. Com a loteria que se tornaram os pneus para esta temporada (incentivados pela FIA, a Pirelli construiu pneus de um composto que se desgasta mais rapidamente, para aliar o elemento surpresa às corridas), Button pode ser muito beneficiado, especialmente em relação a Hamilton, notório "fritador" de pneumáticos. Em terceiro lugar no segundo treino livre, ficou Fernando Alonso, cuja Ferrari parece precisar de mais alguns acertos para brigar por vitórias. Felipe Massa se esforçou muito, saiu da pista em algumas ocasiões, mas ainda não foi o suficiente para bater seu companheiro de equipe, terminando na sétima posição, atrás das Red Bull ( Vettel em quarto e Webber em quinto) e do velho campeão Schumacher, que deu um "binóculo" em sua companheira de equipe, digo, companheiro, Nico "barbie" Rosberg. O melhor estreante foi o jovem mexicano Sergio Perez em oitavo (batendo seu mais experiente e badalado team mate, Koba-san), seguido por um sempre competitivo Rubens "quase perde o vôo para a Austrália" Barrica-velho-de-guerra. 
Lá atrás, e põe atrás nisso, as Virgin (ou nem tanto) e as Hispania têm sérios problemas, pois não conseguiram ser mais rápidas que a regra de 107% que volta em vigor em nome da segurança. Osso duro. Nesta madrugada tem mais carrinhos e TV embaçada. Aguardem!

quinta-feira, 24 de março de 2011

EU TAMBÉM QUERO CAPTAR 1.3 MILHÃO DE REAIS

Acho que alguns de vocês leitores, têm acompanhado a polêmica sobre a captação, através da Lei Rouanet, por parte de Maria Betânia, da quantia de 1.3 milhão para a produção de um blog, onde a artista vai ler 365 poesias de diferentes autores. A bagatela cobre os custos de produção e também o cachezinho da própria (nada menos que 600 mil reais = 50 mil por mês). Como o ministério (com m minúsculo mesmo) da Cultura se transformou numa panelinha petista desde o governo passado - e a atual ministra Ana de Hollanda, irmã do "green yes" Chico Jabuti, ou melhor Chico "amigo dos barbudos" Buarque de Hollanda, parece querer ajeitar a sua "patota". De qualquer forma, tem gente muito mais abalizada que eu para falar nisso. Eu só quis fazer uma brincadeira, portanto "afanei" na mão grande um videozinho do sempre ótimo Kibeloco. Divirtam-se (ou chorem - afinal são nossos impostos que estão sendo renunciados) !

quarta-feira, 23 de março de 2011

LIZ

Uma das mais lindas estrelas de Hollywood: Elizabeth Taylor.

Perdoem-me a intimidade: morreu Liz Taylor aos 79 anos de idade hoje em Los Angeles, California, a mulher que encantou muitas gerações de marmanjos. Internada há cerca de seis semanas no hospital Cedars-Senai, não resistiu aos efeitos colaterais. Liz Taylor foi casada oito vezes e foi uma atriz prodígio, tendo atuado em filme pela primeira vez aos dez anos de idade. Nascida em Londres, Inglaterra em 1932, Liz atravessou várias gerações como estrela, trabalhou com muitos diretores e atores importantes. Ganhou dois Oscars e era amiga pessoal do falecido cantor Michael Jackson.Descanse em paz!