domingo, 1 de agosto de 2010

MAGIAR OU A PROCISSÃO QUE DESANDOU - E MAIS O MELÔ DO LOURO



Tá bom, tá bom, explico o meu título maluco já: Todos nós esperávamos uma procissão aborrecida na tarde de Budapest. Fomos surpreendidos por uma corrida que se não foi empolgante, foi bem movimentada, com direito a "passão" do velho e rejuvenecido Rubinho sobre o velho e envelhecido Schummy bem no finalzinho. E o que tem o louro a ver com isso? Segundo a "manca" narração do nosso GB, auxiliado pelo "contaminado" Burti, todo piloto ao acelerar "dá o pé"! Dá o pé????? Cara pálida, isso é tosco! Num bate papo informal, gíria de box, pilotos falando entre si, pode até ser, mas numa transmissão para milhões de fás? Uma intimidade que a própria emissora desaconselha e desaprova. Voltemos ao que interessa.
A corrida começou com uma boa largada de Alonso, pulando para segundo e uma ótima de Rubens, saltando de décimo segundo para oitavo. O destaque dessa parte inicial foi a linda manobra que Lewis Hamilton fez ao ultrapassar um veloz Petrov por fora! De qualquer forma as posições foram se acomodando e nada de muito notável acontecia até a entrada do Safety Car para remoção de uma asa perdida. Numa jogada de mestre a equipe Red Bull aproveitou para manter Webber na pista, que no momento estava em terceiro lugar, e este soube fazer excelente uso de seus pneus super macios e ficar por incríveis 42 voltas, extendendo sua liderança a ponto de não ser mais alcançado. Foi uma linda vitória. Alonso foi beneficiado pela punição aplicada a Seb Vettel, que deixou Webber escapar quando da saída do Pace Car, atitude anti-esportiva, e teve que fazer um "drive-through", nervosinho e agitando os braços. Braços aliás, que não teve durante o restante da prova para passar o espanhol da Ferrari, apesar de que seu carro ser claramente superior.
Rubens Barrichello foi o único além de Webber a não parar e com isso subiu para a quinta posição, mas sem poder se distanciar dos outros, pois ao contrário do australiano, largou com pneus duros. Vitaly Petrov fez excelente prova e herdou a quinta posição de Barrichello no final, seguido por um correto Nico Hulkenberg, Pedro de la Rosa (outra boa corrida), uma apagado Jenson Button, Koba san e Barrichello, que quase foi jogado no muro por Schumacher ao ultrapassa-lo na penúltima volta. Atitude pela qual o "Dick Vigarista" deve receber punição. Agora o "canguru papudo" assumiu a liderança do campeonato, já que Lewis Hamilton foi obrigado a desistir com um problema no câmbio de sua Mclaren, e a F1 faz um recesso de quatro semanas. Volto mais tarde para falar do Lord GaGa!!!

sábado, 31 de julho de 2010

MAGIARES, OU O DIA EM QUE O TELESCÓPIO HUBBLE SE FEZ NECESSÁRIO


E as Red Bull sobraram e sobraram na pista de Budapest hoje. Vettel meteu um "temporal" na concorrência e foi beber energético. Webber veio logo a seguir e depois, as Ferrari com o primeiro piloto Alonso na frente e o "não sou segundo piloto" Massa atrás. E depois, veio o resto. Hamilton salvando a honra da Mclaren, arranhada por Button que sequer foi ao C3. Rosberguinho metendo o seu "Hubble" particular no velhote Schumacão que tampouco foi ao último treino. Petrov na frente de Kubica, De la Rosa à frente do japa-san e Hulk, verde e crescendo na frente de um Barrica meio perdido. É isso. Na GP2 um baita acidente e nada demais. Mañana tem mais. Volto mais tarde com digressões. Enquanto isso, e para quem gosta de ler ótimos textos em blogs bem bacanas, um baita perfil do Speeder sobre um dos meus pilotos favoritos, Patrick Depailler (em seis capítulos, o Paulo gosta de escrever a lá Reinaldo Azevedo!) e um ótimo artigo escrito pelo mestre Ricardo Ashcar sobre o episódio Alonso/Massa no blog do mestre Joca. Links:

FELIZ ANIVERSÁRIO AO AMIGO ANTONIO MANOEL (VULGO, NOS VELHOS TEMPOS "MANÉ PORTUGUÊS")



Ao amigo Antonio Manoel, que nos tempos de plebe jovem era o "Mané Português", hoje conhecido como Dr. Manoel da Duke, um efusivo voto de Feliz aniversário. Infelizmente eu jogava muito mais bola que ele e isso custou ao coitado 18 anos de tratamento psiquiátrico, mas parece ter superado bem o trauma. Felicidades, amigo!
Antonio Manoel e sua esposa Irani.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A SAGA DOS IRMÃOS CARA-DE-PAU, OU O ARREPENDIDO E O DESENTENDIDO



Quinta-feira na Hungria, entrevistas coletivas e o assunto entre os jornalistas e os dois pilotos da equipe Ferrari não poderia ser outro: o debacle da prova na Alemanha. Depois das reações da mídia e do público brasileiros, Felipe Massa pareceu um tanto assustado com a repercussão de seu gesto de "bundão" e tentou se explicar, justificar e ainda afirmou que não é "segundo piloto". Ora, oras pois. Já o asturiano aniversariante, entrevistado pela imprensa espanhola baba-ovo por ele, disse categoricamente que não quer falar nas polêmicas e sim concentrar-se em sua briga pelo campeonato, não aceitando de forma alguma as acusações de favorecimento e falta de esportividade. Não admira, de quem participou (e saiu impune) do episódio que acabou com a carreira de Nelsinho Piquet na Formula 1, e que na Mclaren "botou a boca no trombone" contra seus então patrões na espionagem que acabou afastando Ron Dennis da direção da equipe. No final, chego a conclusão que vivemos num mundo de cara de paus. E olha que vivo num país em que o presidente da República nunca sabe de nada das patifarias praticadas por seus acólitos e subalternos. Haja cara-de-pau (com hífen?) nesse mundo!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

SAUDADES DE UMA ERA QUE PARECIA MAIS HONESTA


Não quero parecer a "velhinha de Taubaté" e acreditar que tudo era lindo e maravilhoso nos tempos de outrora. Mas que dá saudades de ver carros como esses, pilotos parecidos com a gente, e um clima de camaradagem que já não existe mais, isso dá.

terça-feira, 27 de julho de 2010

MUCH ADO ABOUT NOTHING


E continuam pululando pelos blogs e sites mundo afora as atitudes revoltadas dos amantes do automobilismo em relação à marmelada da Ferrari no último GP da Alemanha. Depoimentos de ex-pilotos, justificativas, condenações. Eu acho divertido (quando tenho tempo) ler os comentários dos leitores dos blogs mais populares (os main-stream, que não é o caso deste humilde espaço aqui), cuja ignorância na maior parte dos casos chega a ser engraçada. Sempre tem um ou outro gaiato colocando o finado Ayrton Senna no meio da história, o velho Nelson Piquet, até o Pelé eu já vi mencionado! Oras, não é para tanto. Trata-se do sinal dos tempos, nem mais e nem menos. Contratos polpudos, direitos de imagem, versão para o povão. Quando eu via os pobres jogadores-marionetes do Dungana-me-engana dando as obrigatórias e insossas entrevistas em frente ao banner dos vários patrocinadores da seleção, aquilo tem uma legitimidade zero. As entrevistas pós corridas promovidas pela FIA também são inúteis exercícios de jornalismo, já que sabemos antecipadamente o que vamos ouvir em respostas às nossas perguntas.
Resumindo: corridas de automóveis, assim como campeonatos de futebol são jogos para cartolas, gente grande. Os pilotos, os jogadores, e principalmente o público, são meros detalhes estatísticos para exibir corporativamente na reunião dos executivos na segunda-feira: audiência de tantos milhões, tanto retorno de mídia escrita, etc.
Há mais pureza numa singela prova de Formula Ve regional no interior dos EUA, ou numa corrida de terra em Santa Catarina que em qualquer GP. Sim, tivemos momentos sublimes nos Grandes Prêmios nessas exatas seis décadas. Momentos de grande bravura e destreza técnica, que encheram os olhos e os corações de aficcionados mundo afora. Mas mesmo assim eles estavam pilotando para as multinacionais que aplicam milhões de dólares anuais em seu esporte.
Quanto aos personagens de hoje em dia, subjetivamente, claro, eu dou meu veredicto:
1- Fernando Alonso - ótimo piloto mas com caráter de gangster "Al Capone". Será pego pelo fisco, um dia destes, com certeza;
2- Felipe Massa - quem nasceu para tostão nunca chega a milhão, já dizia meu velho pai. Uma improvável e meteórica ascenção, uma chance de ouro (pilotar para a Ferrari) e no final, a máscara caiu: Massaroca será o título de sua biografia. E nem podemos culpar a mola do Rubinho!;
3- Stefano Domenicalli - pau-mandado do Montezemollo, amorfo e sem qualquer carisma. Esperava-se deste típico executivo almofadinha uma decisão destas. Do tipo que se trabalhasse numa multinacional, seria o encarregado de levar a valise de dinheiro para os fiscais do Fisco para quebrar uma multa;
4- Michael Schumacher: Por que no te calas? A famosa frase do Rei Don Juan Carlos dirigida ao boçal-mor Hugo Chaves em certa e memorável ocasião poderia ser aplicada ao tedesco, que além de não estar acelerando nada, ainda tinha que justificar a decisão estapafúrdia de sua ex-equipe (decisão igual a tantas em que ele próprio foi o beneficiário);
Poderia me extender mais, mas não pretendo. O meu amigo Speeder decidiu boicotar o GP da Hungria no próximo domingo. Eu não vou. Vou levantar cedo, sintonizar na Globo (não tenho escolha), assistirei a corrida, torcendo pelos meus pilotos favoritos nessa ordem: Hamilton, Rubinho, Vettel, Kubica, Button. Sem nacionalismos ou fanatismos. Tentarei não me irritar com as observações estúpidas que Galvão certamente fará e seguirei adiante. Não consigo resistir ao cheiro de gasolina e borracha queimada, a alta cavalaria daqueles motores incríveis, ao som melodioso dos milhares de HP em uníssono, em sintonia. Homens? São um mal necessário, mas passarão.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

FIM DE SEMANA MELANCÓLICO PARA OS AMANTES DO ESPORTE.

Em primeiro lugar quero pedir desculpas aos amigos, leitores e seguidores do meu blog. Nada justifica ficar uma semana sem postar, acho que um recorde negativo na curta história desse espaço. Problemas de agenda, um recorrente probleminha de saúde (já estou tomando providências — fiz um ótimo plano funerário — brincadeirinha!) , e algumas atribulações a mais me impediram de vir aqui e "palpitar" sobre coisas, como gosto tanto.
No entanto, o GP da Alemanha, marcado mais pela polêmica da ordem de ultrapassagem de Fernando Alonso sobre Felipe Massa — a lá Barrichello e Schumacher na Áustria em 02 — demandam uma opinião também. Muitos já escreveram e com propriedade sobre o assunto a ponto de quase encerrá-lo. Quase. Porque há implicações (se não explicações) subjacentes que pedem uma maior reflexão.
Em primeiro lugar acho vergonhosa a atitude da Ferrari, mesmo pensando friamente nos números e na remotíssima chance de Felipe Massa ser campeão do mundo nessa atual temporada. Fernando Alonso está mais bem posicionado é verdade e as Ferraris estavam em posição inédita no ano, ou seja brigando pela ponta entre si, já que as favoritas Red Bull e Mclaren pareciam ter dado um passinho atrás na pista tedesca. Fernando Alonso é talentoso como piloto, mas em matéria de caráter, já não podemos dizer o mesmo. O ponto baixo de sua cara de pau foi o episódio do Singapuragate, onde ele foi o maior beneficiado e o único a não sofrer punição. E se recusa a tocar no assunto, como se ofendido. Um picareta ofendido ao ser pego em flagrante, coisa incrível! Quanto à Scuderia, já havia dado reiteradas mostras de que não divide a ética comum dos homens, desde tempos remotos, fazendo com que pilotos de renome se recusasem a pilotar para Maranello. Não me recordo, mas dizem que Stirling Moss jamais quis guiar um dos carros vermelhos por não concordar com a filosofia da empresa. Me lembro da maneira como Niki Lauda foi (mal) tratado após desistir do Grande Prêmio do Japão em 1977, semanas após seu horripilante acidente em Nurburgring. Ele teve que ter muita força de vontade e auto-confiança para conseguir se impor à equipe a quem já havia dado um título mundial e a um segundo piloto de caráter prá lá de duvidoso: Reutemann.
Depois tivemos na própria Ferrari o caso Schumacher-Barrichello. Sim, o alemão é mais talentoso que o brasileiro, ganharia muito mais de qualquer maneira, mas aí é que está a questão: se é tão mais rápido, por que precisa de ajuda da equipe? Schummy, aliás, que vem tomando um banho na pista do nem-tão-bom-assim Nico Rosberg este ano, foi cara de pau o suficiente para defender a atitude da Ferrari, com uma ressalva: tem que fazer de forma mais sutil!
De qualquer maneira, a partir de ontem, justamente o dia em que comemorava um ano de seu "renascimento" , após o horrível acidente na Hungria, Felipe Massa deixa de ser um protagonista em qualquer equipe de Formula 1 para ser marcado como um piloto menor, um homem menor e deixando não só os brasileiros amantes da velocidade, como a todos que apreciam o bom automobilismo com vergonha. Sei que são palavras duras, mas não tem outro jeito de colocar: ou você é protagonista, ou coadjuvante. Em esportes de altíssimo nível, não há meio termo. Sempre achei que Massa teve ascenção artificial, bancado pelo "empresário" Nicolas Todt, com um currículo pré-Formula 1 meia boca, comparado com outros compatriotas, como Antonio Pizzonia e Enrique Bernoldi, por exemplo. No entanto, ele cresceu muito e se tornou um piloto rápido e regular, chegando a ser vice-campeão mundial em 2008, despertanto esperanças entres os torcedores brasileiros que há muito esperam por seu D. João. Com o episódio de ontem, voltou ao patamar dos pilotinhos, dos que pagam para correr, dos Sakons, Albers, Buemis desta vida.
Eu sempre defendi o Rubens Barrichello. Detesto quando fazem piadinhas a seu respeito, porque ele é um profissional de altíssimo nível num esporte que demanda muito. Nunca defendi sua subserviência na Ferrari, mas as circunstâncias eram diferentes, ele vinha de trajetória errática na categoria, Schumacher já estava lá há tempos, aquilo era seu feudo e todos sabiam. No caso de Massa, ele é mais antigo de casa, tem resultados para bancá-lo, vem de acidente grave e o espanhol é conhecido como pilantra. Não deveria ter cedido. Deveria ter partido para a briga e manter a cabeça erguida. Agora é tarde. Volto depois.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A FONTE QUE NUNCA SECA. AMÉM!!!!
























Ainda ontem comemoramos os 40 anos da estréia do grande Emerson Fittipaldi na categoria máxima do automobilismo mundial em Brands Hatch. A partir daí, não houve uma temporada sequer em que pelo menos um piloto brasileiro alinhasse como titular em um campeonato de Formula 1. Foram oito títulos mundiais (dois do Emerson e três cada de Piquet e Senna) um monte de vices (Emerson dois, Piquet um, Senna dois, Barrichello dois, Massa um= total 8) e principalmente, uma saudável e bem vinda renovação. Assim, quando já no final dos anos setenta, perdemos o talentoso José Carlos Pace num acidente aéreo e Emerson embarcou na aventura Copersucar, tivemos a estréia de Alex Dias Ribeiro, Ingo Hoffman
n e Nelson Piquet. Piquet recebeu o bastão das capazes mãos de Emerson e o carregou com galhardia, passando-o às hábeis mãos de Ayrton Senna. Nesse meio tempo tivemos Chico Serra e Raul Boesel também. De Senna a Moreno, Gugelmin até Barrichello que foi ungido sucessor — com Christian Fittipaldi, Pedro Diniz, e tantos outros até chegarmos ao próximo brasileiro vencedor de corridas na Formula 1, Felipe Massa. Grandes promessas foram se p
erdendo no caminho, como Antonio Pizzonia e Enrique Bernoldi, mas a chama da esperança estava lá, acesa.
Enquanto nosso automobilismo doméstico agoniza numa desordem caótica, temos uma variante de talentos nos Eua, com Kanaan, Castro Neves e tantos outros na ativa, assim
como Gil de Ferran, Cristiano da Matta, Bruno Junqueira. Quando muitos profetas do apocalipse decretam que a fonte de talentos tupiniquins secou em definitivo, eis que surge, forte uma nova geração a nos dar esperanças, liderada a meu ver pelos meninos da Formula 3: Felipe Nasr, Alvaro Buzaid, Gabriel Dias. Temos Luiz Razia e Alberto Valério, temos na Formula 1 Lucas di Grassi e Bruno Senna, temos.....tantos nomes. A fonte não vai secar e
ontem o jovem Nasr ganhou de forma enfática sua primeira prova na Formula 3 inglesa. Bons ventos continuem soprando a tremular nossa bandeira nos autódromos mais importantes do mundo. Um pouco mais a agradecer ao Emerson pelo seu pioneirismo.


domingo, 18 de julho de 2010

MICHAEL C. BROWN: TESOUROS ALEATÓRIOS








Ingo Hoffman em seus dias de Copersucar agradando aos fãs, anos setenta!



















Ayrton Senna e o resto do grid antes de uma prova de Formula 3 em 1983.














Alex Dias Ribeiro em uma rara foto na Formula Atlantic, acho que em 1975!





E tem mais!!! Muito mais. Comecei com os brasileiros.

DOMINGUEIRAS BREVES



















Foto: Cortesia de Michal C. Brown

Domingo com chuva e frio pede uma estada mais longa na cama, mas foi impossível. Casa a ser cuidada, semana a ser planejada, muitas coisas na cabeça. Assisti à volta do Il Dottore Rossi à MotoGP, e ele não nos decepcionou. Aparentemente ainda sofrendo com dores das múltiplas fraturas, chegou numa boa quarta colocação, mostrando seu profissionalismo. Assisti também a prova do WTCC em Brands Hatch (quantas saudades!) e vi excelentes pegas, mostrando que há vida e muita fora da Formula 1. Vi a corrida de Toronto da Formula Indy ou o que o valha, e a xaropada das bandeiras amarelas me impede de gostar completamente da categoria. Além disso o desnível técnico entre os pilotos é enorme, tornando as ultrapassagens sobre os retardatários uma verdadeira loteria.
Existe o assunto da substituição de Karum Chandok pelo japonês Sakon Yamamoto, que há havia tomado o lugar de Bruno Senna no Grande Prêmio da Inglaterra e acho que estão fazendo muita celeuma por nada. Afinal, o que importa quem vai pilotar uma das Hispanias? São tantas nuances, contratos, patrocínios, claúsulas disso e daquilo que me aborrecem. Gostava mais quando os pilotos chegavam lá por mérito, sentavam nas baratas e aceleravam para valer. O desempenho da equipe Hispania nas pistas não vale um por cento da tinta que perdem para discutir a identidade de seus pilotos.
Uma grande notícia aos poucos e fiéis leitores desse humilde blog: meu amigo virtual Michal C. Brown, grande fotógrafo inglês me franqueou o uso de suas fantásticas fotos, postadas no facebook para uso no blog. Começo com uma foto de Ayrton Senna, para matar as saudades dos tempos em que pilotos eram pilotos e os brasileiros tinham motivos para acordar animados nos domingos de manhã em que havia corridas.