domingo, 28 de fevereiro de 2010

TWO WEEKS TO GO: FAÇAM SUAS APOSTAS SENHORES!







Em duas semanas, estaremos todos posando de profetas-bem-sucedidos: "eu dizia que a equipe A poderia surpreender", ou " desde o começo eu escrevi que não haveria surpresas no início do campeonato"...
O fato é que pelos testes de pré-temporada, o grupo das quatro grandes parece bem parelho, a saber: Ferrari, Mclaren, Red Bull e Mercedes. Um bocadinho atrás vêm a Williams (cujo motor Cosworth parece bom e pode evoluir), Sauber ( da sensação Koba-san), a Toro Rosso, Force India, e depois, Virgin e Lotus. No frigir dos ovos, Hamilton foi o mais rápido nos testes pré, e Alonso e Massa demonstraram a força da Ferrari. Muitas variáveis, muitos ajustes. Duas semanas, senhores!

DOMINGUEIRAS




Domingo dá um gosto diferente na boca da gente. Tá certo que eu cozinhei e tracei um strogonoff, que não estava dos piores, mas não me refiro a este gosto em especial, e sim aquele gosto imaginário, intangível, que fica naquela dimensão esquisita entre o tato e a mente.
Este domingo estou meio compungido (adorei usar essa palavrinha que de tão esquecida no armário de meu dicionário mental, andava até empoeirada), com um certo nó na garganta. Pode ser influência do tempo nublado, ou da tragédia no Chile. Setecentos mortos e contando! Que época mais trágica estamos a viver: Haiti, Chile, tempestades no Brasil, na Europa, na América do Norte, hoje mesmo na França cerca de cinqüenta pessoas morreram devido ao mal tempo. Não há explicações para tanto sofrimento. Ou melhor, há explicações científicas e até políticas ( o homem via de regra é o culpado- e a vítima), mas no plano mental, espiritual, nada disso parece fazer sentido, e não faz mesmo. Por que sofremos tanto? Por que existe uma força magnética que nos atrai a tanta dor?
Hoje as Letras brasileiras perderam um dos seus maiores beneméritos, José Mindlin foi arrumar as estantes lá de cima. Grande empresário e colecionador de livros, dono de invejável cultura e espírito altruísta, doou a sua biblioteca particular ( um dos maiores acervos particulares do mundo) para a USP no ano passado.
Hoje é aniversário de setenta anos de um grande sobrevivente: Mário Andretti. Nascido numa parte da ex-Yugoslávia, que na época pertencia a Itália, emigrou cedo para os EUA onde construiu, ao lado do irmão gêmeo Aldo, invejável carreira no automobilismo. Suas raízes européias eram bastante fortes no entanto, e também brilhou na Formula 1, pela Ferrari e depois pela Lotus, onde se sagrou campeão mundial em 1978 com um dos mais belos carros da categoria, o Lotus 78. Ganhou em Indianápolis também e foi diversas vezes campeão da CART. Grande Mário!

CHILE


Um dos mais belos países de nosso continente, talvez o mais próspero e certamente o mais adiantado em vários quesitos. Um desastre dessa magnitude mostra que todos somos passíveis dos revezes da natureza. Aos chilenos, que tenham confiança, pois certamente vão superar a tragédia. Aos familiares dos mortos, sentimentos.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

EPÍSTOLAS


Claro que declarações escritas, desde os tempos das cavernas, passando pelos papiros, manuscritos e depois de Gutemberg, pelos jornais, livros e revistas, não são novidades. Hoje vivemos a era das declarações eletrônicas, via sites, blogs e twitter. Todos temos algo a declarar (menos na alfândega, claro) e todos queremos ser ouvidos. Nossas opiniões (que em 99% das vezes ficaria muito melhor quietinhas, sentadinhas num canto de nossos cérebros) parecem ser dotadas de perninhas próprias e caminham céleres da mente para a língua e de lá são despejadas sem revisão para ouvidos moucos ou não.Haja seletividade! Muito se fala e pouco se diz. E muito se escreve sem o crivo da verdade ou da coerência. Mas não quero me desviar do que me motivou a começar este post: as recentes declarações de duas equipes, em pontas opostas no universo da Formula 1, ambas protestando contra a entidade máxima que rege os esportes a motor, a FIA.
A primeira declaração partiu da vestusta Ferrari, cujas divergências com o ex-manda chuva da Federação, o Max chicotinho Mosley são bem conhecidas. Em nota divulgada em seu site, a Ferrari critica duramente a política da FIA que de certa forma menosprezou a importância da presença das grandes montadoras na categoria máxima, responsabilizando-a pela debandada de Honda, BWW, Toyota e de certa forma Renault dos grids. E também ironiza a precariedade vivida por duas das equipes novatas, a Campos e a USF1, escolhidas a dedo pela direção da FIA e que protagonizam o vexame de não possuíram verbas, projetos e muito menos condições de alinhar para o primeiro Grande Prêmio da temporada. Foi uma espécie de revanche pelas constantes desavenças entre a equipe e a Federação, se bem que eu não veja muita utilidade nisso.
A outra declaração de desabafo veio exatamente da equipe que está batendo às portas da categoria, a sérvia Stefan GP, que comprou os carros e os projetos da Toyota, e que apesar de clandestina (aos olhos da FIA) parece estar muito bem estruturada, ao contrário das ungidas e incapazes equipes espanhola e americana.
Com a crescente importância da mobilização da opinião pública em prol de uma ou outra causa, não chega a ser surpresa as estratégias, se bem que por motivos diferentes, de ambas as escuderias. Numa era em que pilotos assinam contratos para ser o segundo piloto reserva, pagam por isso, e bombardeiam os orgãos de imprensa, especializados ou não, com suas baboseiras, descrevendo (através de suas bem pagas assessorias de imprensa) minuciosamente as suas impressões ao testar um.....simulador, tudo é possível!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

400!


Chegamos as quatrocentas postagens nesse humilde blog, que teve seu início, se não me engano, em 19 de março de 2009, portanto há menos de um ano atrás. Quatrocentas postagens é um número redondo, que talvez não signifique muito, mas na verdade são horas e horas de labuta prazeirosa, e o maior prazer certamente, é a repercussão - via comentários - que o blog suscita entre seus poucos, mas bons leitores/seguidores.
Várias mudanças nos planos pessoal e profissional estão em curso (coisa que eu adoro, como todo bom sagitariano) e tenho postado menos do que gostaria. Mas prometo não esmorecer, e como já foi explicado em post anterior, não vejo necessidade de "chover no molhado" e rebater ou repercutir assuntos já amplamente (e de forma extremamente capaz) abordados em outros blogs. Nesse quase um ano de blogosfera, o nível dos blogs aumentou bastante em qualidade, e a seleção natural vai exercendo seu direito inexorável de eliminar e elevar. Se continuamos aqui é por uma de duas razões: teimosia ou competência. (Acho que sou teimoso....rs)
Obrigado de coração aos amigos. Prometo voltar logo com a série "minha carreira de piloto na Inglaterra".

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

SALADA DE FRUTAS



Antes de mais nada quero pedir desculpas aos amigos que prestigiam este blog: tenho estado um tanto ausente, um pouco distante daqui e sei que para quem se acostuma a frequentar um espaço virtual, isso é chato. Blogs se tornam hábitos, e quando hábitos são interrompidos unilateralmente, isso não é justo. Vou tentar consertar a falha. Mea colpa! Mea maxima colpa!

De qualquer forma tem um monte de coisas que quero abordar nessa postagem de hoje, necessariamente curta, uma vez que o tempo ruge (rs). Quero começar por públicamente elogiar alguns blogs ( e que aqueles que eu não mencionar hoje, não se sintam melindrados, é que nos últimos dias os blogs a seguir se superaram).
Eu ia escrever algo sobre um dos pilotos que mais admiro, Niki Lauda. Me deparei com um excelente artigo a respeito do dentuço aústriaco no Saloma ( http://www.interney.net/blogs/saloma/) . Além deste, outros excelentes artigos da moçada que viveu os anos de ouro de nosso automobilismo. Imperdível.
O Paulo Speeder, http://continental-circus.blogspot.com/) amigo português e blogueiro de primeira categoria também nos brindou com um excelente perfil do Lauda, além de um ou dois dias antes, trazer uma matéria sobre a BRM P160, um carro interessantíssimo.
Costumo ler todos os dias os blogs do William Ceolin, garoto jovem que vai longe. Seu excelente "corrida de formula 1" é leitura diária obrigatória. http://www.corridadeformula1.com/)
Tem também o ótimo "café com formula 1", o blog do Groo, o Mestre Joca, oportunamente voltarei ao assunto. De qualquer forma parabéns aos blogueiros em geral, cujo nível está cada vez mais alto e difícil de seguir.

Curtas:
- Pré temporada pouco conclusiva. Parece que a Ferrari a Red Bull e a Mclaren têm seus carros em melhor forma para o início do campeonato. Fascinante o duelo entre companheiros de equipe Alonso/Massa e Button/Hamilton. Quanto ao Rosberg, não acho que seja uma ameaça ao Schummy.
-O Petrov andou dizendo que não será segundo piloto do Kubica. Começa mal o russo, que só está na Formula 1 devido aos muitos rublos conseguidos (sabe-se lá como) por seu pai. Mais resultados e menos papo furado, camarada.
-A Ferrari abriu a torneira de "verdades" contra a FIA e por tabela seu ex-presidente Max Mosley (desafeto declarado) em relação à equivocadíssima política de seleção de novas equipes de Formula 1 adotada pela entidade. Segundo os italianos, ele conseguiu espantar as montadoras ( Honda, Toyota, BMW e mesmo a Renault) e trouxe um monte de gente incapaz de ter um carro na pista para a abertura da temporada (Campos e USF1). Hummm....pontos a ponderar.
-A Indy em Sampa. Parece que as obras estão a todo vapor e nem as enchentes estão detendo seu progresso. Com vários pilotos brasileiros com chances de vitória, e a atração extra Bia Figueiredo, tudo leva a crer que será sucesso de público, apesar dos muitos detratores (por motivos políticos). Veremos.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

DOMINGUEIRAS


E faz sol e acabou o horário de verão e os testes (pouco conclusivos) dos novos Formula 1 na Espanha. E os vexames (Campos e USF1) em nível global, os piratas sérvios (coitados, nem sei por que são chamados piratas, talvez pelo fato do tal Stefanovic ser realmente um traficante de armas), as incertezas dos pilotos, os valores excessivos pagos por alguns apenas pelo dúbio privilégio de sentarem-se num carro da categoria máxima, com poucas ou nenhuma chance de serem competitivos.
Sei lá, já escrevi aqui antes que as coisas estão ficando confusas para mim. Acho que pode ser a idade, ou as chuvas em excesso das últimas semanas, ou o sol bonito que faz hoje. Pagar 15 milhões de euros para correr no segundo carro da equipe Renault, como é o caso do russo Petrov, parece ser um tanto quanto exagerado. Eu acho que não pagaria 15 milhões de euros nem para andar de Ferrari. Quinze milhões, deixa ver, daria para comprar.....ah....deixa para lá.
Falemos dos resultados na pista dos testes efetuados por quase todas as equipes na Espanha, que se encerram ontem. Aliás, muita chuva e tempo decente só ontem mesmo. O que nos remete aos bons tempos dos anos oitenta quando o GP do Brasil, então realizado no Rio de Janeiro era o palco da abertura do campeonato mundial de Formula 1, e os testes pré temporada eram realizados aqui. Tive a oportunidade de comparecer uns dois ou três anos, e o clima era para lá de descontraído, com pilotos de calções, mulheres mil, sem frescuras ou assessores de imprensa (esta praga do mundo moderno).
Ontem o atual campeão mundial, Jenson Button, parece que finalmente "pegou a mão" de sua nova barata, a Mclaren, e fez o melhor tempo, sendo o único piloto a rodar na casa do 1 minuto e dezoito segundos. Pelo que se pode observar nos dias de testes, as equipes grandes, Mclaren e Ferrari não se deixarão surprender como no último ano, quando a Brawn, oriunda da Honda, ofuscou a todos na primeira parte do campeonato com seus difusores duplos, e levou os campeonatos de pilotos e construtores. A Ferrari parece ter um bom carro, e Fernando Alonso já declarou que é o melhor carro que ele já pilotou (no entanto, ele diria isso, claro, em sua atual campanha para angariar simpatia entre os Tiffosi). A Mclaren com um carro bom e uma dupla de pilotos para lá de eficiente também aparece bem, na pré temporada. A Red Bull e seu "wonder boy" Vettel, e o canguru papudo Webber, mais uma vez parece ter um projeto consistente saído das pranchetes de Adrian Newey. A Mercedes, ex-Brawn GP com sua dupla totalmente alemã, com Schummy e Rosberguinho também tem bala na agulha, notadamente pelo renascimento da parceria Ross Brawn/Michael Schumacher. As Sauber e seu incrível Koba-sam também rodaram bem, assim como as Toro Rosso com o cada vez mais consistente (e boa surpresa, pelo menos para mim) Buemi. Na Renault, muito trabalho tem sido feito, e Kubica parece gostar de desafios. As Force India vieram com um projeto honesto e uma boa dupla de pilotos, privilegiando a estabilidade em Sutil e Liuzzi, no que fizeram bem. Dentre as novatas, temos a boa supresa da Lotus com sua experiente dupla Trulli/Kovallainen e a Virgin, com o bom Glock e a esperança di Grassi - que apresentou problemas, mas que podem ser superados. Achei discretas as apresentações da Williams com Barrichello parecendo ter mais velocidade que a revelação alemão Hulkenber, pelo menos por enquanto.
De qualquer maneira, os prospectos de uma ótima temporada estão aí. Modificações no sistema de pontuação, proibição de reabastecimentos, fazendo com que os carros larguem com bastante peso e com o equilibrio mudando bastante durante a corrida, fazendo com que a sensibilidade dos bons pilotos tenha um peso ainda maior no resultado final das corridas. E Bahrein, já está aí. Com os fracassos Campos e USF1 provavelmente de fora, e os "outsiders" Stefan GP prontinhos para entrar na festa de penetras. Vamos que vamos!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CONSIDERATTAS























Temos também a mania de querer ser o "maior" ou "melhor" do mundo. Estatísticas grandiosas fazem a alegria de muitos jornalistas, que nem ao menos fazem o dever de casa e checam seus dados. O maior estádio do mundo, a maior hidrelétrica do mundo, o maior.....do mundo. Vivemos portanto num mundo maniqueísta e bi-dimensional: temos aqui os extremos, o pior e o melhor. Viva nós!
Recentemente pudemos constatar que somos todos humanos, frágeis e falíveis, decepcionantes e patéticos, por vezes. A imagem das torres gêmeas de Nova York sucumbindo e agonizando lentamente após o ataque de dois aviões domésticos, nos fez refletir sobre paradigmas outrora considerados intocáveis. O gigante frágil, abatido. Alguns anos antes, pudemos testemunhar a queda do Muro de Berlim, algo incrível, histórico e definitivo.
Hoje constatamos que fazer uma equipe de Formula 1 é algo difícil, caro, jogo para gente grande. Nos anos setenta e oitenta o Brasil teve sua própria equipe de Formula 1, a Copersucar Fittipaldi, e eu acompanhei a luta e os esforços para que isso se concretizasse. Os resultados eram previsivelmente fracos, até porque havia uma certa má vontade da parte de alguns fornecedores (a Cosworth, quase hegemônica nos motores, por exemplo, nunca forneceu propulsores de primeira para a equipe brasileira) internacionais. Não demorou muito para que os humoristas e os "urubus " de plantão passassem a zombar da equipe. Programas de TV, revistas, todos queriam tirar a sua "lasquinha", a piada era corrente. Mais ou menos como hoje se zomba do Rubens Barrichello (que é inegavelmente um dos melhores pilotos do mundo e se mantém no topo há incríveis 18 temporadas - mexicanos, argentinos, franceses, coreanos, neozelandezes, qualquer povo o exaltaria - mas nós, o consideramos um fracasso) que é motivo de chacota.
Estamos assistindo a duas equipes das novas, que foram recebidas e festejadas com pompa, a americana USF1 e a espanhola Campos desintegrarem-se no ar, antes mesmo de materializarem-se em algo concreto. Isso coloca muitas coisas em perspectiva. As duas equipes novatas que conseguiram colocar seus bólidos na pista, a Lotus malaya (prometo não mais chamá-la de Paraguaya) e a Virgin, mostram os "teething problems" tão comuns e esperados de iniciantes.
Esse drama surreal atinge a um piloto brasileiro e a um piloto argentino, em situações de carreira diferentes. Um, sobrinho de um mito, carregando um sobrenome de peso, com carreira curta mas eficaz, provavelmente não um midas da publicidade como se imaginava. O outro, com carreira promissora cortada prematuramente, e renascido das cinzas, fênix melodramático a lá Evita, resgatado das carreteras do TC2000 pelos dólares (escassos) do tesouro argentino, para redimir um governo corrupto que precisa desesperadamente de algum elo com o povo
Os capítulos dessas novelas são mais interessantes que os da novela das nove da RGB. Mal posso esperar pelo desfecho. Uma coisa é certa: temos que reavaliar conceitos. E nessa novela do crioulo doido, há também piratas sérvios, saídos de alguma cartola de um mágico baixinho e narigudo, ex-traficante de armas, Bernard Ecclestone, que talvez pela afinidade profissional insista tanto que Zoran Stefanovic tenha também sua própria equipe na Formula 1. Assaz interessante.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

PURPURINADAS



Alguns dias de (merecidas) folgas com a família em Ourinhos e me afasto sistematicamente das teves e da internet. Me faz bem curtir as crianças, deitar e não fazer nada e se não fosse uma outra pequena crise de gastrite (que me levou a visitar o hospital local), tudo teria sido perfeito. Enfim, um período para "recarregar baterias espirituais" e continuar a labuta incansável, inclusive é claro, aqui no blog. De tevê mesmo, vi alguns fragmentos de desfiles das escolas de samba, que sempre admiro pela riqueza de detalhes e criatividade, e aos Jogos Olímpicos de Inverno, transmitidos pela Record. Adoro esportes de inverno e é bom poder assisti-los finalmente no Brasil. Quanto à cobertura de carnaval da Globo, continua a mesma coisa ridícula de sempre: basta o artista ou a artista não ter contrato com a Vênus Platinada, que passa a não existir nas telas e nos comentários da emissora. Qual a justificativa para não mostrarem a bela Ana Hickman, por exemplo? O contrato que a loirona tem com a concorrente Record? Só pode ser. O que me remete à velha polêmica da nomeação das equipes de Formula 1 pelo babão bueno: agora cismaram de chamar a Virgin de Manor! Cazzo. Além de termos que escutar RBR ao invés de Red Bull Racing, e STR no lugar de Scuderia Toro Rosso, também vão chamar a Virgin de Manor? Oras....já abordei isso aqui antes, o patrocinador investe milhões em bancar uma equipe em um esporte qualquer, para além de tudo ter sua marca esposta de maneira ampla, e uma grande emissora de televisão resolve boicota-lo! Não faz sentido...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

LINDONA

















Olha....eu até resisto um pouco à idéia de usarem o nome (quase) sagrado da Lotus. Acompanhei a equipe durante décadas e posso afirmar sem sombras de dúvidas que era a minha favorita. Agora, que esse pessoal da Malásia tem bom gosto para lay-outs, é inegável. Espero que ande.