segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A PEDIDOS: CONTINUANDO A SAGA!





Amigos, eu fui mexer no vespeiro e agora saí picado! Comecei lá atrás uma despretensiosa seçãozinha “Cezar Fittipaldi – carreira de piloto na Inglaterra” onde narro minhas (des)venturas na Ilha de Sua Majestade, pelos anos 80, em busca de um lugar ao sol. Que fui fazer? Santo Deus, buscar o sol num lugar que só chove? Oras....

Bom, percebi que a seção estava engolindo o blog, e dei um tranco nela. Mandei largar de ser metida, ficar na sua, que o blog era para outras coisas: fazer amigos, palpitar, opinar, trocar experiências. Que esta seçãozinha não se metesse a besta comigo! Mas não tem jeito, volta e meia alguém me manda um e-mail reclamando da falta de atualização. O último foi o amigo André Canário, que cantou: poxa, Cezar, entro todos os dias no blog e nada de atualização!

Bem, bem, regressamos ao ano da glória de 1984 – título aliás do ótimo livro do George Orwell, que inspirou a expressão “Big Brother”. O Wham! Do George Michael e Andrew Ridgley estava surgindo com “Careless Whisper”, tínhamos Duran Duran, as lindas moçoilas do Bananarama, Frankie Goes to Hollywood, com Reflex, Sheena Easton. Muitas memórias. Frio, lareira, trabalhando em dois lugares. Dono de um carro de corrida, um trailler, dois motores, um monte de peças de reposição inúteis e pagando caro pelo privilégio de usar uma garagem dentro do circuito de Brands Hatch, a cerca de 35 minutos de carro de minha casa.

Resolvi procurar outro lugar e como sempre, nos classificados da Autosport achei. Que azar! O cara se chamava Keith alguma coisa, tinha uma oficina num bairro do sul de Londres que se chama Elephant & Castle. Cara de pinguço, oficina grande e desorganizada, no entanto tinha ótimos resultados: havia feito o “running” (preparação) de pilotos como Rob Wilson (neozelandês gente boa, mistura de músico de rock e piloto, que chegou a Formula 2) e Johnny Dumfries, além de outros menos conhecidos. Combinei com ele que ele faria a manutenção do carro, além de abrir e verificar o estado dos meus dois motores. Transportei toda a minha tralha para a oficina do cara e fiquei muito feliz, pois o acordo financeiro era bem razoável.

Foi aí que começou meu calvário. Eu ligava toda semana, com esperanças de participar de algumas provas ainda no primeiro semestre de 84, e sempre ouvia a mesma desculpa: o Keith estava muito ocupado e não tivera tempo de trabalhar no meu carro, ou motores. Que droga! Quando podia eu ia assistir ás corridas em Brands Hatch e ficava morrendo de inveja daqueles que podiam competir. Eu tinha carro, mesmo velho, era meu, e muita vontade, mas as circunstâncias não ajudavam. Para piorar, como eu não tinha grana, não podia pressionar muito o infeliz. Nessa altura fiz uma certa amizade com o Johnny Dumfries, que dois anos depois foi o companheiro de Ayrton Senna na equipe Lótus. O cara é o Barão de Dumfries, um lugar na Escócia, e tem muita grana, mas era a simplicidade em pessoa, no modo de falar, no modo de vestir-se. Pagamos boas cervejas um ao outro!

Nessa altura, desolado e para baixo, recebo um telefonema deveras estranho. Um sujeito (não me lembro o nome, mas ainda tenho o cartão dele em algum lugar) se dizendo executivo de uma agência de publicidade que representava a Talbot, queria falar comigo. Não adiantou muito o assunto, mas disse tratar-se de algo relacionado à moribunda Formula Talbot – categoria de monopostos, movidos a etanol, que na altura tinha apenas 6 ou 7 carros no grid. Eles queriam resgatar a categoria. Ótimo! Marcamos uma reunião e eu fui. No interior, lugar lindo, digno de filme de James Bond, uma espécie de castelo, com aquele pátio de cascalhos na frente e uma loira espetacular na recepção. As aparências enganam.....

continua

domingo, 11 de outubro de 2009

CONFIRMADO: BARRICHELLO NA WILLIAMS EM 2010



Agora é oficial: Rubens Barricehllo assinou com a equipe Williams um contrato de um ano, para a temporada de 2010 com a equipe Williams em Monza. Várias coisas passam pela cabeça: com o piloto virtualmente fora da equipe, a Brawn vai realmente ser imparcial na disputa do título entre seus dois postulantes? Será que Rosberg vai assinar com a equipe, ou eles estão preparando uma contratação-surpresa, tipo Kimi Raikkonen? Quais as chances na equipe na próxima temporada, sem o elemento-surpresa que caracterizou sua supremacia na primeira metade desta, causada pela correta interpretação do novo regulamento e pelo dinheiro da Honda?
De qualquer maneira, acho que para Rubens a Williams pode representar uma digna aposentadoria, melhor que digamos, uma Force India. A equipe tem tradição e só não está melhor na tabela do mundial dos construtores porque conta com um segundo piloto muito fraco (o japonês Nakajima).
Em outra pequena notinha a Toyota anunciou que Timo Glock está fora do Grande Prêmio do Brasil devido a uma costela fraturada, sendo substituído na prova da semana que vem pelo japonês Kobayashi, que inclusive treinou na sexta-feira no GP do Japão e não fez feio. Glock e Brasil não é uma boa combinação, de qualquer maneira, pois o alemão diminuiu muito o ritmo na última volta do Grande Pêmio do ano passado - na pista molhada e sem pneus para isso - permitindo a ultrapassagem de Lewis Hamilton a poucos metros da bandeirada, dando assim o título ao britânico e privando o nosso Felipe Massa de ser coroado campeão. Muito se especulou na época, depois esquecemos o episódio, mas à luz da trapaça perpetrada pela Equipe Renault e Nelsinho Piquet em Cingapura, para beneficiar Fernando Alonso, tudo é possível nessa anti-ética Formula 1 do século XXI.
De qualquer maneira, espera-se mais novidades para o Grande Prêmio do Brasil, e uma das mais aguardadas seria a estréia de nosso compatriota Lucas di Grassi na segunda Renault, no lugar do insosso Romain Grosjean. Veremos.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A PIADA DO DIA


Daqui a pouco o Lula vai ganhar o prêmio de intelectual do ano pela Universidade de Oxford, e terá que devolver o do Pinóquio do século.



UMA NOTINHA: GIL





Gil de Ferran vai aposentar-se do cockpit amanhã em Laguna Seca, e vai largar na pole em sua última corrida. Além disso corre com um carro todo branco em Homenagem ao seu ex-chefe de equipe, o legendário Jim Hall. Sou fã do Gil, e já escrevi aqui que tenho certeza que ele teria sido um ótimo piloto de Formula 1. Quem perdeu, foi a categoria máxima, e quem ganharam foram os americanos, que puderam ver seu talento, e seu cavalheirismo estes anos todos. Parabéns a eles por saberem valorizar devidamente os ídolos.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

AQUECENDO OS MOTORES: BOATOS PRÉ GRANDE PRÊMIO DO BRASIL





Na semana que antecede a prova mais importante do ano para os brasileiros, vários assuntos estão pipocando na imprensa automobilística dos dois lados do grande lago. As transferências de pilotos, algumas na surdina, outras já sendo anunciadas (Alonso na Ferrari deflagrou o processo, seguido por Kubica na Renault a substituir o espanhol), os destinos dos brasileiros (apenas Massa, à essa altura tem confirmado sua permanência e a equipe para 2010), os possíveis rumos de Kimi (a meu ver despedido de forma injusta e deselegante pela Ferrari).
Lucas di Grassi pode mesmo estrear na Formula 1 diante do público caseiro, e se o fizer, os méritos são dele, por ser competente, e os deméritos do Grosjean, pelo motivo oposto. Para a Renault faria sentido, pois tem no Brasil um mercado importante para seus carros de rua, e vêm investindo bastante na carreira de Lucas, já há alguns anos. De minha parte, acho difícil ele fazer papelão, pois é piloto competente, sério, e pior que o Grosjean, nem que os caras trouxessem o Badoer!
Já Bruno Senna deve anunciar em Interlagos a equipe pela qual vai competir na próxima temporada. Aparentemente ele está conversando com a Force India (já há algum tempo), e com as novatas (ainda por estrear) Manor e Campos. Bruno é competente, inteligente (ficar de fora da GP2 esta temporada foi uma das melhores decisões que poderia tomar) e pode ter sucesso. Evidentemente, que não se cobre do rapaz o mesmo desempenho do tio famoso (a exemplo de Nelsinho o sobrenome ajuda a abrir caminho até chegar à Formula 1 - uma vez ali, pesa e muito).
A bandeirada da corrida vai ser dada pelo Felipe Massa, menos mal que não chamem o Rei Pelé outra vez....
Outro boato insistente é que Nelson Piquet está pensando na possibilidade de comprar um lugar na Campos para seu filho Nelsinho. Eu acho que seria uma sábia decisão, pois já investiu caminhões de dinheiro (que aliás ele inteligentemente soube ganhar e multiplicar) na carreira do filho, e neste momento, tudo pode se perder. A Formula 1 não é feita de mocinhos e bandidos, ela é feita de bandidos do bem e bandidos do mal, portanto, não existe tanta ética assim. Basta ter oportunidade, fazer um bom trabalho, e o futuro se abre novamente. Repito o que já disse antes: a dificuldade de Nelsinho em conseguir um bom cockpit para o próximo ano se deve muito mais aos seus pífios desempenhos, que à sua mancada (do que aliás foi anistiado pela FIA).
E por último, no ótimo blog http://cadernosdoautomobilismo.blogspot.com/, do excelente Daniel Medici, uma curiosa história ilustrada por três filmetes sobre uma visita do grande Jim Clark ao Japão em 1966. Para quem como eu, adora história e ama vasculhar estas curiosidades, é um prato cheio. Aliás, a blogosfera está cheia de ótimos blogs sobre automobilismo e suas memórias, em breve quero escrever algo a respeito. Mesmo eu, que acompanho isso há mais de (ouso dizer????) quarenta anos, descubro novos fatos, novas informações, e fico bastante impressionado. Viva a net!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

KUBICA NA RENAULT


Como já era esperado por muitos o polonês Robert Kubica foi anunciado hoje como o substituto de Fernando Alonso na equipe Renault. Kubica tem uma ligação antiga com a escuderia francesa, tendo sido um dos pilotos bancados pela montadora durante as categorias de base. Ele havia sido cotado para ocupar o lugar de primeiro piloto na equipe Toyota também, que aliás, dizem, lhe pagaria uma nota preta. A opção pela Renault deve ter sido mais baseada em o que lhe foi mostrado em termos de pacote técnico, pois apesar de jovem (tem apenas 24 anos) não pode ser dar ao luxo de perder mais tempo em sua carreira na categoria máxima.
Restam algumas vagas em aberto, inclusive a de segundo piloto na própria Renault. Me parece bem difícil que a escuderia renove com o incompetente Romain Grosjean, pois nas provas que fez até agora em substituição a Nelsinho Piquet, não mostrou nada de especial, além de uma crônica capacidade de rodar e bater. Dizem que o brazuca Lucas di Grassi é um dos candidatos, veremos.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

PONDERA, PONDERA, PONDERA QUE É DE GRAÇA




Tantas coisas acontecendo nos últimos dias. A provável volta antecipada de Felipe Massa ao cockpit da Ferrari - muito pelo pífio desempenho de seus três substitutos. Três? Sim, Michael Schumacher não vingou, mas as notícias de seu retorno renderam muitas manchetes, milhares de árvores derrubadas, toneladas de tinta e vai saber lá quantos KW de energia nos computadores do mundo todo, para aqueles que lêm on line. Badoer, coitado, gostaria de poder voltar atrás e passar uma borracha nas poucas e lamentáveis apresentações que fez. E Fisichella, certamente esperava um destino melhor. Será que tem urucubaca naquela Ferrari número 3? Hummmm.....e na número 4 também, uma vez que seu ocupante, apesar de ter vencido uma prova e ter tido um desempenho para lá de satisfatório, foi sumariamente despedido. Melhor dar uma passadinha na Bahia, já que estarão no Brasil mesmo, e benzer, colocar umas fitinhas do Senhor do Bonfim, sei lá.
Outro assunto que me chamou a atenção é o veto da Equipe Campos á entrada de uma décima quarta equipe no grid do ano que vem, no caso a Sauber e seus novos e misteriosos investidores. Que a Williams vete, và lá, afinal os caras estão há mais de trinta anos no circo, o Frank Williams pastou como poucos na mão de outras equipes que o esnobaram muito no passado. Mas o Campos? Não seria melhor ele mostrar algum serviço como construtor antes (porque como piloto, coitado, foi fraquinho, fraquinho). Se deixaram entrar os picaretas que vão usar o glorioso nome Lotus, uma equipe que está presente, pontuando, não pode ter espaço? Estranho isso. Tudo bem que os caras vacilaram e perderam a data de inscrição, pois o futuro seguia indefinido naquela altura. Mas eles têm crédito, "porca miséria".
Outro que andou fazendo um périplo pelas redações na busca de uma redenção pessoal é o Nelsinho Piquet. Deu entrevista á Rede Globo, ao Jornal Lance e a outros. O problema da falha moral é grande, mas acho que a maior desconfiança das possíveis empregadoras do júnior é a sua falta de desempenho mesmo. Porque, conforme bem lembrado pelo Fritz Jordan num post aqui do blog, a atitude do Massa em Interlagos em 2007, ao dominar a corrida e dar passagem para seu companheiro Kimi, e com isso derrotar os pilotos da Mclaren (Alonso e Hamilton) foi anti-ética e feia para burro. Criticamos tanto o Rubinho pela palhaçada da Áustria em 2002, e o Massa foi fazer a mesma caca em frente á sua própria torcida. A diferença entre os casos, é que o Massa acelera, então ele tem emprego. Quanto ao Nelsinho, além da mancha moral, o desempenho não entusiasmava nem ao seu fiel fã-clube. Bom agora eu vou, que já escrevi demais para uma terça feira de manhã. Mas eu volto, e isto é uma ameaça!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

OPINIÃO PESSOAL





Leio tanto que ás vezes me perco nos assuntos que mereceram minha atençao. Uma notinha do site UOL de hoje quase ia passando despercebido, então prestei mais atenção e resolvi voltar e ponderar. Trata-se da declaração do Kimi Raikkonem "que não vê sentido em correr para disputar um décimo lugar".
Quem acompanha meu blog percebe que gosto do Kimi e admiro seu talento. No entanto, sua declaração me pareceu um tanto infeliz e demeritória para seus concorrentes. Quem está disputando o décimo lugar muitas vezes estaria nos primeiros, se tivesse melhor equipamento ou melhores padrinhos.
Oras, seu Kimi. Faça-me o favor. Ou você acha que o Alonso gosta de chegar em décimo? Nem por isso ele esmorece. Ou o Hamilton no início da temporada? Que dizer do grande Emerson Fittipaldi, que após ter sido duas vezes vice e duas vezes campeão mundial, numa época muito mais competitiva que hoje, passou 5 temporadas comendo grama? Muitos campeões revelam seu verdadeiro caráter na hora das dificuldades. Porque competir com o melhor carro, a melhor equipe, de preferência com um companheiro mais fraco é fácil. Isso muitos fizeram nas categorias de base, inclusive. O difícil é chegar lá e enfrentar os dias de "pelotão da merda".

domingo, 4 de outubro de 2009

GP DO JAPÃO: ANÁLISE DA PROVA


O GP do Japão desta madrugada (para nós brasileiros) deixou claro que Jenson Button, graças ás seis vitórias obtidas nas sete primeiras provas do ano conseguiu construir uma vantagem inalcançável, e coloca as duas mãos (menos um dedinho) na taça. Sebastian Vettel recuperou-se de uma certa crise de confiabilidade que o acometeu na segunda metade da temporada e voltou a mostrar o excelente piloto que é, e com a juventude que tem, certamente será um múltiplo campeão no futuro. Atuação dos pilotos na corrida segundo minha muito peculiar ótica:
Seb Vettel - (Chuck para os íntimos, pois é muito feio, parece aquele boneco assassino) : 10.
Jarno Trulli- Boa prova, perdeu posição na largada, mas desta vez mostrou constância e com uma boa estratégia de paradas, voltou a ultrapassar Hamilton: 8.5
Lewis Hamilton- Boa prova, tinha um carro bom e nas mãos, mas talvez o fato de não estar lutando diretamente pelo campeonato (fato aliás inédito em sua curtíssima carreira) o fez acomodar-se um pouco: 8.0
Kimi Raikkonen- Defenestrado da Ferrari, o gelado finlandês continou fazendo o que faz melhor: corre com eficiência e sem dramas desnecessários. Um campeão em seu direito: 7.5
Nico Rosberg- Bom piloto, imagem meio andrógina, mas eu sempre sinto que ele é supervalorizado pelo que fez até agora na carreira. De qualquer forma, dúvidas em relação a sua atuação durante a entrada do Safety-car ; 7.0
Nick Heidfeld- Ao contrário de Rosberg, sinto que ele é sub-valorizado pela carreira e pela capacidade de sobrevivência em ambientes sempre aparentemente hostis. Boa corrida, superando seu muito mais badalado companheiro de equipe: 7.5
Rubens Barrichello- Fez o que podia, com um carro que começa a dar sinais claros de decadência. Pela corrida de hoje, leva apenas um :7.0
Jenson Button- Mesmo caso de Barrichello, com um carro já não competitivo para lutar pela vitória, foi honesto e deu o melhor de si:7.5
Robert Kubica- Atacou, tentou, mas não superou as deficiências do equipamento e as circunstâncias da prova:6.0
Fernando Alonso- Sou fã de seu talento, se não de seu caráter de prima-dona, e os últimos acontecimentos colocam em dúvida sua honestidade. De qualquer maneira sempre exige o máximo de si e do equipamento, o que é o que se espera de um múltiplo campeão:6.5
Heikki Kovalainen- Fraco, errático, vulnerável, mas pelo menos deu um bote no bobão do Fisichella ao saírem dos boxes:5.0
Giancarlo Fisichella- Nunca o considerei um piloto TOP, tendo alguns flashes de brilho em sua demasiadamente longa carreira. Depois de Spa, onde fez pole e quase venceu com a Force India, sua atuação na Ferrari tem sido muito decepcionante: 5.0
Adrian Sutil- Alguma coisa há ali, pois consegue mobilizar um enorme valor de dinheiro de seu patrocinador pessoal (Medion) e permanece na Formula 1 sem grandes resultados há anos. Hoje foi regular:5.0
Vittantonio Liuzzi- Outro bom piloto que precisa de mais tempo para se aclimatizar novamente com a Formula 1. Hoje:5.0
Kazuki Nakajima- Diz um ditado corrente lá no interior: "quem sai aos seus, não degenera" - o que explica tudo, ou quase. O que se poderia esperar do filho de Satoru Nakajima? Se por um lado filhos de campeões raramente conseguem superar seus talentosos pais (exemplo recente, Nelsinho Piquet), o oposto é fato: filhos de pilotos médios serão médios pilotos. Hoje:4.0
Romain Grosjean- Louco para a temporada terminar e sumir para algum lugar com um carrão e talvez uma namorada bonita, tentar colar os pedacinhos de seu enorme ego estraçalhado. Patético como pessoa, arrogante, e bundamole demais como piloto. Hoje:2,0
Mark Webber- O canguru papudo teve seu momento de glória quando venceu seu primeiro GP este ano após mais de 130 participações. Cheio de problemas, pelo menos marcou a volta mais rápida. Hoje: 3.5
Buemi e Alguersuari - Ambos confirmados para o ano que vem, ambos fracos. Acho que o espanhol pode ter algum futuro, pois tem sólida carreira nas categorias de base e é muito jovem. Buemi é pagante, e só.